Na petição postal consta um pedido à Assembleia da República de introdução de uma "Ética Mínima Garantida" na gestão das contas do Estado (daí a sua permanente actualidade para quem tem dúvidas sobre o "devagar se vai ao longe").
A boa gestão deve ser transversal aos Partidos e às ideologias, do mesmo modo que nas contas da nossa casa não colocamos a ideologia quando fazemos determinadas opções de despesa.
Um vector fundamental é que o Estado não realize despesa superior às receitas que arrecada por via dos impostos, ou seja, o endividamento deve ser zero (e não como o Passos Coelhos nos queria iludir: orçamento de base zero).
Só assim se redimensionam os ordenados dos políticos, boys e gestores públicos, pois sem dinheiro não há vícios.
Esta, para mim e salvo melhor opinião, é a pré-primária da política, nível que nenhum partido conseguiu ultrapassar. E eu que sou filiado num sinto-me envergonhado por tal facto, pois coloco os interesses do País acima dos partidários.
Se os militantes não conseguem eleger lideranças válidas, então é necessário acabar com o "tabú" de que estes partidos são os filhos da Democracia, pois de democratas pouco ou nada têm (a partir do momento em que impõe aos seus deputados, supostos representantes do povo, a "democrática" disciplina de voto no parlamento), e pensar que pode haver, da elevada taxa de abstenção, um ou mais movimentos compostos por cidadãos credíveis que possam mobilizar em novos projectos democráticos.
Portugal definha rapidamente e se as nossas maiores empresas já tinham a sua sede em Madrid, qualquer dia a Assembleia da República torna-se um parlamento regional do reino espanhol, ou de Bruxelas.
P.S. - Pode solicitar a petição postal para o cidadaniaproactiva@gmail.com
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário