ESTADO PROCURA CONTRIBUINTES PARA RELACIONAMENTO SÉRIO

http://classificados.dnoticias.pt/VerClassificado.aspx?id=29680

A cidadania e o patriotismo não se exercem apenas de 4 em 4 anos... como estes políticos pretendem...

domingo, fevereiro 01, 2015

O cancro das Sociedades de Advogados, nas palavras de Paulo Morais

"As grandes sociedades de advogados adquiriram uma dimensão e um poder tal que se transformaram em autênticos ministérios-sombra. É dos seus escritórios que saem os políticos mais influentes e é no seu seio que se produz a legislação mais importante e de maior relevância económica. Estas sociedades têm estado sobre-representadas em todos os governos e parlamentos. São seus símbolos o ex-ministro barrosista Nuno Morais Sarmento, do PSD, sócio do mega escritório de José Miguel Júdice, ou a centrista e actual super-ministra Assunção Cristas, da sociedade Morais Leitão e Galvão Teles. Aos quais se poderiam juntar ministros de governos socialistas como Vera Jardim ou Rui Pena. Alguns adversários políticos aparentes são até sócios do mesmo escritório. Quando António Vitorino do PS e Paulo Rangel do PSD se confrontam num debate, fazem-no talvez depois de se terem reunido a tratar de negócios no escritório a que ambos pertencem. Algumas destas poderosas firmas de advogados têm a incumbência de produzir a mais importante legislação nacional. São contratadas pelos diversos governos a troco de honorários milionários, produzem diplomas que por norma padecem de três defeitos. São imensas as regras, para que ninguém as perceba, são muitas as excepções para beneficiar amigos; e, finalmente, a legislação confere um ilimitado poder discricionário a quem a aplica, o que constitui fonte de toda a corrupção. Como as leis são imperceptíveis, as sociedades de jurisconsulto que as produzem obtêm aqui também um filão interminável de rendimento. Emitem pareceres para as mais diversas entidades a explicar os erros que eles próprios introduziram nas leis. E voltam a ganhar milhões. E, finalmente, conhecedoras de todo o processo, ainda podem ir aos grupos privados mais poderosos vender os métodos de ultrapassar a Lei, através dos alçapões que elas próprias introduziram na legislação. As maiores sociedades de advogados do país, verdadeiras irmandades, constituem hoje o símbolo maior da mega-central de negócios em que se transformou a política nacional."

quinta-feira, janeiro 22, 2015

Por uma Lei que impeça qualquer titular de cargo público e afins de auferir remuneração superior à do Presidente da China

Se concorda com o texto, vá ao link abaixo e contribua com a sua assinatura: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=reducaodevencimentos Para: Assembleia da República Exma. Senhora Presidente da AR, Considerando: a) A dimensão económica entre Portugal e a China; b) Que o vencimento mensal do Presidente chinês será actualizado para o equivalente a € 1.600,00 (mil e seiscentos euros); c) Que, em Portugal (sobretudo face ao salário mínimo), é escandaloso o nível dos salários da classe política; d) Que a redução ora peticionada contribui, de forma significativa para a diminuição da despesa pública (já que não se dignam revogar os termos das escandalosas parcerias público-privadas) e para o não agravamento do défice das contas públicas; Requer a V. Exa.: 1. Se digne mandar aprovar, com efeitos imediatos, uma lei que impeça qualquer titular de um cargo público ou político de auferir uma remuneração superior à do Presidente da República Popular da China, ou seja, superior a € 1.600,00 (mil e seiscentos euros) mensais. 2. Que esta medida seja extensiva a todo o sector empresarial do Estado.

quinta-feira, março 14, 2013

O "amigo" da extinção das receitas extra-fiscais (por via das privatizações) estatais

Vale a pena ver o vídeo, para quem percebe inglês: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=5WB2SHPHU54 Convém ver este interessante documento interessante sobre a Goldman Sachs: http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=GMuLSM8fojc&NR=1

quarta-feira, março 13, 2013

Paul Krugman. Era possível acabar com esta crise já. Se “eles” quisessem

Ninguém questiona o "fantasma gasparinho" da opera bufa da troika?... http://www.ionline.pt/liv/paul-krugman-era-possivel-acabar-esta-crise-ja-se-eles-quisessem

terça-feira, março 12, 2013

Portugueses na reunião Bilderbeg de 2011

http://www.infowars.com/bilderberg-2011-full-official-attendee-list/ Portugal Balsemão, Francisco Pinto, Chairman and CEO, IMPRESA, S.G.P.S.; Former Prime Minister Ferreira Alves, Clara, CEO, Claref LDA; writer Nogueira Leite, António, Member of the Board, José de Mello Investimentos, SGPS, SA

segunda-feira, março 11, 2013

Os "portugueses" que compareceram à reunião BILDERBERG 2012

http://www.infowars.com/bilderberg-2012-the-official-list-of-participants/ Saudações aos "patriotas": Balsemão, Luís Amado, Jorge Moreira da Silva

sábado, março 09, 2013

Tempo Novo, de dizer Basta

Vivemos tempos de grande injustiça, subjugados ao poder do dinheiro, o qual controla quem nos governa. A ver bem, as únicas entidades "recapitalizadas" foram os Bancos. E as empresas que criam riqueza? E as Famílias? Por que não recapitalizá-las por conta do crédito que todas detêm sobre os sucessivos "saques fiscais"? Precisamos de um tempo novo, longe desta "escumalha" político-financeira-partidária, dita elite, em que quem governe coloque, finalmente, os interesses colectivos acima dos individuais.

sexta-feira, outubro 19, 2012

Petição pela introdução de PROPOSTAS ALTERNATIVAS AO "SAQUE" FISCAL do OE 2013 e VIGÍLIA PERMANENTE AO PARLAMENTO

O Link é este: http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=saque O texto: Cidadãos portugueses, detentores (formais) da Soberania Presidente da República Presidente da Assembleia da República (órgão que, pelos vistos, receberá 45 milhões de euros a mais do que no ano anterior???), Deputados e grupos parlamentares, Primeiro-Ministro, Ministro das Finanças, demais membros do Governo Há um caminho alternativo para um sistema fiscal tribute, com justiça e equidade, a quem tem mais e não, como sucede agora, a quem tem menos: 1.1. Uma actualização justa e imediata das rendas das parcerias público privadas, na saúde e nas estradas, CUJO MONTANTE A REDUZIR DEVE SER, NO MÍNIMO, IDÊNTICO AO PRETENDIDO ARRECADAR COM ESTE AUMENTO ABUSIVO DA CARGA FISCAL. 1.2. Abolir-se a (abusiva) redução de IRC para a Banca. 1.3. Passarem os Bancos e os seus Fundos Imobiliários a pagar IMT e IMI. 1.4. Anulação dos contratos de prestação de serviços com sociedades de advogados e consultores quando o próprio Estado tem os seus juristas e jurisconsultos. 1.5. Evitar que os contribuintes continuem a prestar "suprimentos" aos Bancos, quando estes apresentam resultados negativos, enquanto as PME's (Pequenas e Médias Empresas, as únicas que acrescentam valor à economia real) são os próprios sócios ou accionistas a fazê-lo. 1.5.1. Onde está a propalada equidade? 1.6. Reduzir significativamente o volume das remunerações dos funcionários políticos e do próprio número deste tipo de "funcionários" (muitas vezes confundidos como funcionários públicos). 1.7. Quem, directa ou indirectamente, provocou a ruína financeira do Estado (e deu-lhe o adjectivo de "crise internacional", na propaganda orquestrada na Comunicação Social) deve indemnizar os contribuintes a título de enriquecimento sem causa. 1.7.1. Responsabilidade financeira reintegratória. 1.7.2. O montante deverá constituir um crédito fiscal de cada contribuinte português e não uma receita própria do Estado. 1.8. Taxa de solidariedade de 5% de IRC para as empresas que compõem o índice PSI 20 da Bolsa de Valores de Lisboa e de 2% para as demais cotadas em Bolsa. 1.9. Evitar a perda de receitas extra-fiscais como as que resultarão das privatizações. 1.9.1. Não mais confundir a gestão de uma empresa com a respectiva estrutura accionista (pública ou privada). 10. Impossibilidade dos Ministérios verem aumentadas as verbas atribuídas aos respectivos gabinetes, determinando-se, ao invés, uma redução de 20% (em valor e em pessoas) dos cargos de assessoria política. 10.1. Redução em 20% das dotações dos demais Órgãos da pessoa colectiva denominada Estado português. A) Estas são propostas alternativas ao "saque fiscal" pretendido impor aos contribuintes, que, desde já, se peticionam e sejam discutidas em sede, tempo e órgãos próprios, de modo a que entrem em vigor já em 2013. B) Considerando que as medidas anteriores (na sua totalidade ou parcialmente) são plenamente suficientes para cumprir o Programa de Ajustamento Económico e Financeiro outorgado (mas não referendado por quem o tem de pagar) com a dita "Troika"; Considerando que "aquilo que a todos toca por todos deve ser decidido" (princípio milenar de Direito): Requer ainda a SUSPENSÃO OU A INIBIÇÃO DE APROVAÇÃO DE QUALQUER MEDIDA ORÇAMENTAL QUE AGRAVE A SITUAÇÃO FISCAL DOS CONTRIBUINTES PORTUGUESES. C) Requer finalmente, a todos os CIDADÃOS PORTUGUESES: C.1. - que accionem uma VIGÍLIA PERMANENTE e pacífica junto do Parlamento, enquanto o Orçamento estiver a ser discutido, seja em plenário da A.R., seja em comissão especializada, e assegurem que estas propostas são discutidas (e, sobretudo, aprovadas) pelos Deputados que, supostamente, nos devem representar. C.2. - que DIVULGUEM esta petição por todos os vossos contactos, pedindo-lhes que façam o mesmo. Pede deferimento Os signatários

quarta-feira, abril 25, 2012

"Homenagem" aos que, por via de Abril, "pilharam o erário público", transcrevendo um artigo de Pedro Afonso

"Homenagem" aos que, por via do 25 de Abril, "pilharam o erário público" e fomentaram a nossa dívida pública (com a mentira da "crise internacional"), transcrevendo-se um interessante artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no Público, com a devida vénia: "Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida. Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência,urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios. Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos. Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos. Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social. Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês,enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria. Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais. E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente." Pedro Afonso Médico psiquiatra 25 de Abril sempre ou 25 de Abril mente?

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

PIEGAS DO MEU PAÍS: UNI-VOS

Recordando Manuel Alegre, com a devida vénia:

A NOITE CRESCE POR DENTRO
DOS COBARDES DO MEU PAÍS.
PEÇO NOTÍCIAS AO VENTO
MAS O VENTO NADA ME DIZ...

domingo, fevereiro 12, 2012

Resposta a comentário de anónimo sobre Clara Ferreira Alves

Clara Ferreira Alves não consta da lista dos portugueses alegadamente presentes às reuniões Bilderberg, pela simples razão de que a mesma foi elaborada em data anterior à respectiva (alegada) presença.~

A lista não foi actualizada após o ano de Teixeira dos Santos (a propósito, por onde anda?...).

terça-feira, julho 19, 2011

Vendo dois submarinos por 2 mil milhões de euros...

... e em troca "ofereço" aos contribuintes portugueses a metade do subsídio de Natal que estes "comandados dos Bilderberg" (alguém ainda se atreverá a dizer que se trata de uma conspiração?) nos querem fazer perder.

E faço um desconto de 10%, dado que já não são em primeira mão.

segunda-feira, julho 11, 2011

Uma petição justa de outra pessoa, que vale a pena analisar

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N10126

Petição pela reestruturação bancária das dívidas das famílias, com congelamento das taxas de juro (spreads)

Já basta de ganância neo-liberal selvagem atroz...

quinta-feira, junho 16, 2011

Banqueiros e governador do Banco de Portugal reúnem de emergência

No Sol saíu esta "pérola":
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=20845

Os principais banqueiros reuniram-se ontem de emergência com o governador do Banco de Portugal (BdP) para encontrar soluções que evitem uma crise de crédito que pode estar iminente na economia portuguesa, apurou o SOL.

Tanto do lado das instituições financeiras como do banco central existe, segundo várias fontes ouvidas que pediram anonimato, a preocupação de que as novas exigências de reforço de capital a que os bancos estão obrigados bloqueiem a concessão de crédito a empresas e famílias, de uma forma tal que se ‘asfixie’ a economia.

Em causa não está o cumprimento das exigências feitas às instituições financeiras pelo Banco Central Europeu (no âmbito dos testes de stresse) e pela troika, mas sim «a procura de um equilíbrio destas metas com a continuidade do financiamento a um ritmo que permita à economia continuar a funcionar», explica fonte do sector bancário.

A necessidade de desalavancagem – cortando crédito e aumentando recursos (nomeadamente através da captação de mais depósitos e venda de activos) – é considerada «inevitável pelo sector financeiro para se tornar mais sólido e vamos cumprir», assegura outro banqueiro.

O grande problema é que as empresas portuguesas têm, em termos gerais, baixos níveis de capital e, tendencialmente, ‘alimentam’ a sua actividade operacional com base em capitais alheios, sobretudo por via de empréstimos bancários.

O objectivo é que os grupos bancários consigam ter rácios de core tier 1 mínimos de 9%, a partir de 31 de Dezembro de 2011, e de 10% a partir de 31 de Dezembro de 2012. O core tier 1 estabelece o nível mínimo de capital que as instituições devem ter em função dos requisitos de fundos próprios decorrentes dos riscos associados à sua actividade. Ou seja, mede a solidez de um banco.

Tania.ferreira@sol.pt

terça-feira, junho 14, 2011

Petição ou Iniciativa Legislativa de Cidadãos que obrigue quem gere dinheiros públicos a prestar garantias pessoais ou caução

Se, tal como disse o publicitário Edson Athaíde no "I", "querer convencer políticos a cortar verbas é o mesmo que tentar explicar o significado do Natal a um perú", então que tal analisar a seguinte petição?

http://www.peticaopublica.com/?pi=caucao

Talvez assim comecem a pensar duas vezes antes de continuarem nas derrapagens orçamentais sucessivas, que os últimos 10 anos computou em cerca de 90 mil milhões de euros.

Não fazer nada é estar conivente e prestar um mau serviço ao País e um "bom serviço" à maioria classe política "recheada de mordomias".

domingo, junho 12, 2011

A autoridade orçamental "independente"...

Saíu mais uma ideia "peregrina" (a exemplo daquela do "orçamento de base zero"; em vez de se falar em orçamento de "endividamento zero), a que o título desta mensagem faz menção.

Avançar-se com esta ideia significa, no nosso ponto de vista, o reconhecimento da total incompetência do Tribunal de Contas para fiscalizar a acção do Governo.
Logo, seria bom extinguir este Tribunal? Por duplicação de entidades fiscalizadoras? E com custo acrescido para os contribuintes portugueses.

Por outro lado, abrir a porta a entidades estrangeiras, mostra como é feita "tábua rasa" à própria Constituição da República Portuguesa, dado que apenas o poder político responde perante o seu Povo (= cidadãos nacionais, e não estrangeiros; para estes já basta a troika, não?).

A par e passo(s) seria interessante saber da "credibilidade" de tais entidades para a dita autoridade, na medida em que a maioria tem estado conivente com o descalabro sucessivo e acumulado das Contas do Estado português.

Há ainda que ver quem nomeia; se é, outra vez, sob proposta do Primeiro-Ministro, o que iria ferir irremediavelmente a dita "independência"... Pois, salvo o devido respeito, ninguém "morde a mão que lhe dá de comer"...

sexta-feira, junho 03, 2011

PEC- Pacto para Enganar Cidadãos

Há algum tempo foi publicado este artigo no Diário de Notícias da Madeira:

http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/222271-pec-pacto-para-enganar-cidadaos#comment-100091

quinta-feira, junho 02, 2011

Petição pela reestruturação bancária das dívidas das famílias, com congelamento das taxas de juro (spreads)

Subscrevi esta petição, pela sua pertinência, justiça e equilíbrio numa fase tão desequilibrada para a vida das famílias portuguesas.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N10126

quarta-feira, junho 01, 2011

IRA: Imposto sobre a Ruína Acrescentada - dirigido apenas à classe política

Andamos a tentar perceber as medidas trazidas pelos "lacaios da troika", quando deveríamos pensar, também, num imposto específico para a classe política, inspirado no IVA, só que se chamaria IRA: Imposto sobre a Ruína Acrescentada.

De facto, em 10 anos de Contas de Estado e quatro governos constitucionais, a "elite pública" de (e em) Lisboa apresentou um desvio de cerca de 90 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado (contas de 2000 a 2009).

Se a gestão danosa é crime, não se percebe o que andam a fazer o Ministério Público e o Tribunal de Contas, pagos pelos contribuintes.

Nem se percebe como a estes (contribuintes), ao Povo, não seja atribuído o "benefício da excussão prévia", pagando primeiro quem nos colocou, indignamente, nesta situação.


(pequeno texto publicado na edição de 8 de Maio de 2011 no Diário de Notícias da Madeira, a pedido do seu sub-Director)

terça-feira, maio 31, 2011

segunda-feira, maio 30, 2011

Abolição da disciplina partidária imposta aos Deputados

Por forma a combater um dos "cancros" desta "Democracia de papel":

http://www.peticaopublica.com/?pi=discipli

Adira, se quiser, ou prefira ver no Parlamento português um conjunto de 5 rebanhos liderados pelos seus "bons pastores".

domingo, maio 29, 2011

Monopoly - primeira lição aos economistas, a partir dos 8 anos de idade

Para quem regressa à "segunda volta" da Vida e, agora, brinca ao monopólio com os seus filhos, seria interessante reler as regras do jogo.

A dado passo é dito: "A Banca nunca vai à falência mas pode emitir todo o dinheiro necessário sob a forma de títulos de dívida escritos em papel normal."

É esta a primeira mensagem subliminar que os futuros economistas, de Portugal e do Mundo, recebem assim que completam 8 anos de idade.

Ou seja, numa clara violação ao princípio da igualdade, o Banco pode emitir papel para pagar os seus compromissos. Uma pessoa comum quando não consegue pagar uma dívida, ao invés do Banco que emite papel/obrigações/títulos de crédito, tem de se libertar do seu património ou ficar na miséria para satisfazer aqueles que jamais irão falir...

E que mal viria ao Mundo se um Banco falisse? Se tivéssemos um Estado decente... as poupanças dos depositantes estariam sempre salvaguardadas (essas é que asseguram a economia) e não, como agora, o lucro dos accionistas.

Há que começar a pensar em coisas como esta, para não continuarmos escravos do sistema financeiro, ou meras unidades de consumo de um mercado global.

sábado, maio 28, 2011

"Nova Oportunidade"

Portugal precisa de uma "Nova Oportunidade" para restaurar a sua soberania política, económica, financeira e monetária.

E se não quiser continuar dividido para que sejam sempre os mesmos a reinar pense naquilo que pode fazer, ou ajudar a fazer, quem já passou do comodismo para o inconformismo.

Antes que seja tarde.

sexta-feira, maio 27, 2011

Razões de cidadania (10)

Historicamente havia a figura dos “homens-bons” dos concelhos de Portugal.

Temos de encontrar, freguesia a freguesia, concelho a concelho, comarca a comarca, os cidadãos que estejam dispostos a trabalhar, desinteressadamente, e a coordenar acções de cidadania que voltem a impor, constitucionalmente, à classe política "regras de jogo" que recoloquem o nosso País nos eixos.

Em prol dum futuro melhor para a maioria, e pensando, sobretudo, naqueles que herdarão este enorme “fardo” à conta dos desmandos, mordomias e compadrios impunes de uma minoria elitista, ultra-liberal e desprovida de princípios, ética e valores humanos e solidários, que se serviram dos dinheiros públicos para os seus próprios fins pessoais.

Nada fazer, pelos outros e por si, é, salvo melhor opinião, cobardia.

quinta-feira, maio 26, 2011

Razões de cidadania (9)

Habituaram a formatar o nosso pensamento em torno de lideranças e de "pensamentos oficiais" ou "quase-únicos".

Tudo aquilo que "fuja" à verdade oficial tem o ónus da desconfiança e insultos agregados, como os de "loucura".

A grande questão é que nenhum líder na História da Humanidade fez "milagres" pelo seu Povo. Pode ter mandado os outros para a guerra, mandado queimar súbditos ou prender cidadãos, pode ter colocado uma máquina fiscal oleada para oprimir financeiramente aquilo que deixou de fazer pela via da força bruta; mas está para nascer um líder que melhore significativamente as condições de vida do seu Povo.

Na realidade actual, os líderes são produtos fabricados do marketing político, e maquilhados em capas de revista como a (desinteressada...) Exame.

Nós somos (ou temos de ser) líderes de nós próprios, e estar o mais possível bem informados para não transmitir a mandatários indignos do poder democrático representativo (que culminou neste descalabro de gestão das contas públicas) um poder superior ao merecido e que nos possa condenar, fatalmente, para os anos difíceis que se perspectivam.

Saber ultrapassar, conscientemente, a fase do "yes-man" ou o do "sim Senhor Professor ou Senhor Dr.", e de equacionar alternativas pessoais e colectivas que visem o interesse comum (geral e não corporativo) é algo que devemos ter presente enquanto tentamos sobreviver ao agravar das condições económicas, sociais e culturais que, de fora, estão a impor a Portugal.

(continua)

quarta-feira, maio 25, 2011

Razões de cidadania (8)

A cidadania não necessita de unanimidade, apenas pretende que todos possam reflectir sobre os problemas e apresentar soluções que melhorem a vida colectiva.

Ao assumir uma pequena ligação que seja a um movimento de cidadania, como este, então, deve ponderar dar a oportunidade aos seus amigos e conhecidos para que, também eles, possam analisar e difundir todas as ideias que são difundidas para apreciação.

(continua)

terça-feira, maio 24, 2011

Razões de cidadania (7)

A “ética mínima garantida”, como esboçávamos ontem, permitiria alargar o núcleo dos contribuintes que, efectivamente, pagam os seus impostos.

Uma consciencialização cívica junto daqueles que fogem ao Fisco e um incentivo, por exemplo, para que os contribuintes trabalhadores dependentes possam deduzir certos tipos de despesas, mediante sorteio público a realizar no final de ano (e como todos desconheceriam quais seriam, tal significava que se pedissem recibos por todos os consumos realizados), tal representaria a possibilidade (não utópica) de se reduzir a carga fiscal que onera cada um de nós.

E em paralelo ao combate ao desperdício da máquina fiscal/estatal, fruto do peso da “estrutura política sobre o funcionalismo público”, com o qual somos facilmente ludibriados na mistura destes dois conceitos. Não se vendo nenhum analista político ou económico a "dissecá-los" convenientemente...

(continua)

Porque será?

(continua)

segunda-feira, maio 23, 2011

Razões de cidadania (6)

Não deixou de haver riqueza em Portugal, a mesma está (continua a estar) mal distribuída.

O que as pessoas não percebem (e a lógica keynesiana, que andaram a ensinar pelas faculdades de economia e de Direito, em economia política, se "esqueceu", para grande gáudio neo-liberal) é que a criação de riqueza não advém apenas do investimento e da poupança; vem também dos salários, pois parte dos mesmos permitem aos empresários empreendedores recuperar os seus investimentos.

Se pagamos mal à maioria das pessoas, estamos a constituir um "torniquete" ao próprio desenvolvimento interno, e, na lógica neo-liberal de redução de custos sempre à conta dos despedimentos, a dar tiros nos pés no que toca à viabilidade futura das próprias empresas.

Por outro lado, um melhor nível salarial permitiria à "máquina fiscal" arrecadar mais receitas - aspecto que seria positivo no pressuposto de que o Estado deixe de ser uma sorvedura de desperdício, de mordomias e de parcerias público-privadas danosas e obscenas.

Havendo solidariedade entre a maioria dos cidadãos, um compromisso segundo o qual o interesse colectivo deveria prevalecer sobre o individual, em especial quando se trata da gestão do dinheiro dos contribuintes, e uma forma concertada de acção, poderemos conseguir resultados que permitam “estancar a sangria” às contas públicas, desenvolver a economia, criar postos de trabalho e reduzir do próprio trabalho precário.

No pressuposto, afinal, de que quem trabalha bem deve ser visto como um activo empresarial e não como uma mera linha duma folha de estrutura de custos.

(continua)

domingo, maio 22, 2011

Razões de cidadania (5)

As petições são uma forma de reacção.

As mensagem das mesmas são um convite a que possa analisar, cuidadosamente e em consciência, de modo a ver se há pontos em comum para uma cada vez maior ligação entre aqueles que, sozinhos pouco ou nada poderão fazer.

A pequena ligação dos cidadãos por via dos contactos de e-mail que nos fazem o favor de disponibilizar ao subscreverem as petições que propomos poderá permitir o surgimento de um Movimento de Cidadania cada vez mais forte, supra ideológico e supra-partidário, com pessoas comprometidas e empenhadas em determinado “denominador comum” de princípios colectivos, ideias para um Portugal melhor e de acção eficiente.

(continua)

sábado, maio 21, 2011

Razões de cidadania (4)

Se pensarmos nas dificuldades da nossa economia, das nossas empresas (com menos clientes e muito menos bons cumpridores) e das nossas famílias, da incerteza e insegurança quanto ao futuro, temos duas opções a seguir:

Ou deixamos tudo como está e nos resignamos, ou então procuramos reagir.

Para que se possa reagir de forma eficiente será necessária uma organização mínima de cidadãos conscientes, que consigam distrair a sua atenção dos problemas do quotidiano e da intoxicação de uma comunicação social comprometida com o regime ou com os próprios Mercados Financeiros dominados por uma "casta minoritária" que se regozija do mal que provoca aos seus concidadãos.

(continua)

sexta-feira, maio 20, 2011

Razões de cidadania (3)

As pessoas andam iludidas com as eleições antecipadas, quando se pode demonstrar, à exaustão, que este Partidos e estes políticos foram (totalmente) incapazes de se regenerar: deixaram-se dominar por estruturas ou seitas poderosas e não conseguem apresentar ao País qualquer ideia de futuro que não seja a de colaborar com uma intervenção (lucrativa) do FMI, pelos vistos por 10 anos, curiosamente o período idêntico ao “descarrilamento orçamental” documentado, desde o "pântano guterrista" às "novas oportunidades" "socratinas".

(continua)

quinta-feira, maio 19, 2011

Razões de cidadania (2)

Estudámos, desde Maio do ano passado, as contas do Estado dos últimos 10 anos e, por confronto com os respectivos Orçamentos anuais, detectámos um desvio de cerca de 90 mil milhões de euros (a que foi dado o nome de "crise internacional" pela classe política e jornalística comprometida, tentando iludir-nos, como sempre, das suas responsabilidades), desvio pelo qual estamos, e continuaremos, a pagar uma elevada factura.

(continua)

quarta-feira, maio 18, 2011

Razões de cidadania (1)

A indústria, o comércio, os serviços, os profissionais liberais, a economia em geral está a ser alvo, em paralelo, de um "torniquete económico" (promovido pela troika liderada pelo FMI), de um “torniquete financeiro” (em que os Bancos recusam o crédito às empresas) e de um “torniquete fiscal” (com os sucessivos governos portugueses a recusarem adoptar medidas que alarguem o universos dos contribuintes de modo a que, em proporção, cada um pague menos impostos), numa parceria público-privada entre (quem controla) o Estado e a Banca (que tem naquele os seus “pontas-de-lança” neo-liberais “selvagens”, os quais não têm qualquer comiseração pelo seu semelhante).

(continua)

terça-feira, maio 17, 2011

Silêncio de um Minuto, adaptando Noel Rosa

Com a devida vénia ao carioca Noel Rosa, adaptando os seus versos face àquilo que andam fazendo ao nosso País:

Não te vejo e não te escuto
Portugal está de luto.
Eu peço o silêncio de um minuto.

Homenagem à História
Duma pátria cheia de glória:
Não vos pesa na memória?...

Nosso País cheio de História
De orgulho e de devoção
Foi vencido e a vitória
Cabe à tua ingratidão...

Tu cavaste a nossa dor
Com a pá do fingimento
E encobriste este horror
Com a cal do esquecimento.

Teu silêncio absoluto
Obrigou-me a confessar
Que Portugal está de luto
Portugal vai revoltar!

Luto preto é vaidade
Num funeral "agendado.
O meu luto é a verdade
contra o global "mercado".

segunda-feira, maio 16, 2011

Petição cheque educação

Este movimento tem acedido à divulgação de petições da autoria de outros cidadãos, desta feita da autoria de Paula Martins.

Assim, caso queira analisar pode consultar o seguinte link: http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=educa

domingo, maio 15, 2011

1 ano de cidadania pró-activa

Faz neste dia um ano em que iniciámos este movimento de cidadania inconformada perante o rumo que o País estava a levar.

Passados dozes meses (em que analisámos as Contas do Estado dos últimos 10 anos e verificámos um desvio acumulado ao inicialmente orçamentado de cerca de 90 mil milhões de euros) experimentámos vários estados de espírito, desde a revolta, à fúria perante tanta falta de seriedade política, à ironia, enfim, até chegarmos a um ponto em que conseguimos mobilizar mais de 3.000 cidadãos preocupados e atentos, os quais tiveram a amabilidade de me deixar o respectivo endereço de e-mail em algumas das 13 petições que subscreveram.

Ao fim de um ano conseguimos apresentar uma petição que será obrigatoriamente discutida em plenário da Assembleia da República

Neste momento estamos empenhados em várias petições, que poderá consultar na coluna à esquerda desta página.

Não deixa de ser curioso verificar que muito daquilo que denunciamos é agora comentado publicamente (as expressões são as mesmas, tais como "descalabro das contas públicas) talvez por membros dessa mesma classe política que se mostra incapaz de constituir um "valor-acrescentado" para o País e para o seu Povo.

Vamos continuar atentos, na perspectiva de podermos concretizar algumas das "frentes cívicas", já explicitadas em mensagens anteriores.

Obrigado a quem tem nos tem acompanhado, e um abraço forte e especial a quem começou comigo e, depois, legitimamente, seguiu o seu próprio caminho. Não importa que haja opiniões divergentes. O que importa é estancarmos a "sangria" que estão a fazer a Portugal, ao Estado e aos portugueses.

sábado, maio 14, 2011

Petição pela legalidade e transparência no acesso ao emprego na função pública

Uma petição, recomendada, que faz todo o sentido:

Caso queira analisá-la, aqui tem o respectivo endereço:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=ARTIGO47

sexta-feira, maio 13, 2011

Manifesto de Cidadania, parte final

Post Scriptum. - Portugal é dos cidadãos, comuns, portugueses (em especial dos cumpridores das suas obrigações fiscais), dos que nele justamente residem e dos que saíram porque não tiveram a justa oportunidade em função do seu mérito (o mesmo mérito que, no estrangeiro, lhes foi individualmente reconhecido).

E todos merecemos melhor.

Há que sair do conformismo e do comodismo para passarmos a ser exigentes com quem vive (ou se financia) à conta dos impostos que pagamos.

Porque assim deve ser.

quinta-feira, maio 12, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 13

13. Na certeza de que a gestão (pública) danosa é crime e para que a culpa por aquilo que iremos viver nos próximos 10 anos, não deva “morrer solteira”, convém lembrarmo-nos, sempre, de exigir, a quem gastou 90 mil milhões de euros, a mais do inicialmente orçamentado em 10 anos, que nos devolvam tais montantes.

Bastaria tal devolução para, imediatamente, expulsarmos daqui o FMI. Dizer que temos o que merecemos é um claro conformismo, ou desculpa fácil para nada se fazer, o que rejeitamos, e uma negação àquilo que, como Nação, há de melhor no nosso espírito e na nossa alma.

Só quem se nega (por actos ou omissões) a ser cidadão português (e patriota de corpo inteiro, e não apenas nos jogos da selecção de futebol) é que merece o que estamos, quase todos, a viver.

(continua)

quarta-feira, maio 11, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 12

12. Não poderá haver desenvolvimento económico sem que se estanque, em definitivo, a “sangria” derivada de uma gestão pública danosa, pois a riqueza criada de nada servirá nem para tapar este desperdício público imoral.

Não se compreende, por exemplo, que se determine a redução de ordenados, reformas, subsídios de desemprego e abonos e, por outro, segundo constou publicamente, se esbanjem 500 milhões de euros só com a aquisição de helicópteros para o exército.

Será, a (des)propósito, algum favor do Ministro da Defesa a algum amigo, ou conhecido da indústria de armamento, no seguimento da reunião de 2007, no Canadá, do Clube Bilderberg, em que, segundo imagens do You Tube e listagem partilhada pela internet, esteve presente?

(continua)

terça-feira, maio 10, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 11

11. Devemos, ainda, estar atentos ao desenrolar dos acontecimentos partidários, pré e pós eleitorais, e de, neste mês de Maio, continuar com a missão de divulgar a petição que nos liga, no sentido de se tentar obter uma “vaga de fundo cívica” para obrigar quem tem o Poder a ponderar numa alternativa que seja, também, a expressão clara de um “BASTA” ao sucessivo descalabro da gestão das contas públicas, a que deram, recordamos, a falsa adjectivação de “crise internacional”.

(continua)

segunda-feira, maio 09, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 10

10. Todos quantos subscreveram a petição, e nela deixaram os respectivos contactos de email, passaram a ser co-autores da mesma e, na perspectiva do ponto de vista do cumprimento, activo, de um dever cívico, estão, de igual modo, incumbidos de ajudar os demais a lutar por um futuro colectivo mais justo e equilibrado nas relações sociais e humanas, em especial quando os nossos representantes (comprometidos com este “estado de coisas”) deixaram de ser merecedores de tal incumbência; para mais, presentemente, até desautorizados pelo F.M.I. ou por (bolas de) Berlim.

[Peço desculpa por esta nota pessoal, mas lembrei-me, de repente e passe a publicidade, das deliciosas bolas de berlim da Pastelaria Colmeia, na Estrada de Benfica, em Lisboa, nos longínquos meus tempos de estudante, quando, após directas de estudo, ia comprar os jornais da manhã à tabacaria da D. Lizete]

(continua)

domingo, maio 08, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 9

9. Se nenhuma acção de cidadania (individual ou colectiva) pode ser, de per si”, considerada nem uma alternativa eleitoral nem uma “catapulta” para lugares de destaque na hierarquia do Estado, precisamente pela sua natureza supra-partidária (a cidadania pratica-se gratuitamente, não se licita pelo melhor preço/lugar – numa eventual “feira das vaidades” pessoais), já uma acção de cidadania (individual ou colectiva) desinteressada (a que consiga colocar os interesses colectivos acima dos individuais e apresente propostas ou mensagens construtivas para discussão e análise, sem qualquer pretensão de consensos alargados ou de “nobres protagonismos”) pode ser, no âmbito de uma liberdade de expressão (que, pelos vistos, incomoda quem detém o poder ou dele seja servidor ou mero capataz), uma tentativa partilhada de prossecução de um sentido de equilíbrio colectivo que culmine no bem-estar da maioria da população (dado que a “minoria reinante”, e seu agregado familiar, já está mais que salvaguardada).

(continua)

sábado, maio 07, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 8

8. O regime “democrático” actual impede a cidadania colectiva de poder determinar as regras do jogo político e partidário, dado que apenas aos ditos representantes do Povo (?) é possível proceder às revisões constitucionais.

Ou seja, os políticos receberam o Poder constituinte do Povo, como seus representantes, e impedem os seus representados de revogar, ou de alterar, os termos desse mandato ou a próprias regras do “jogo democrático”, em especial nos casos de bancarrota resultante duma GESTÃO DANOSA que muitos querem esconder (com a peneira do Tribunal de Contas?).

Trata-se de uma "procuração irrevogável" no claro interesse do(s) mandatário(s), ao melhor estilo de quem, gerindo o dinheiro dos outros, não presta contas pelos seus actos…

(continua)

sexta-feira, maio 06, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 7

7. A propósito, a propósito de seriedade, ou falta dela, voltamos a recordar que em 10 anos de Contas do Estado (2000 a 2009, conforme anexo) se registou um desvio acumulado, em relação ao inicialmente orçamentado, de cerca de 90 mil milhões de euros; montante a que deram incorrectamente o nome de “crise internacional”.

Sem falar nas “exemplares” parcerias público/privadas e na gestão das empresas de capitais públicos, despojadas nos seus activos, de modo a que os passivos ou ramos não rentáveis continuassem públicos.

Basta ver o exemplo da TAP: desmantelaram-na da Manutenção (afamada no mundo da aviação) e compraram a Portugália (que não dava lucro ao seu "santificado" accionista?)...

(continua)

quinta-feira, maio 05, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 6

6. Sem querermos fazer "futurologia", parece que se perspectiva o cenário de um governo minoritário, atendendo ao extremar de posições que provocarão a divisão do eleitorado e uma nova elevada abstenção, pois, para muitos (excepto aqueles que olham para os Partidos como se fossem clubes de futebol ou “irmandades de socorros mútuos”), é difícil reverem-se em lideranças (credíveis ou sérias) e equipas partidárias que concorrerão à governação, dado que a maioria dos nomes em “carteira”, sem qualquer “valor acrescentado” para o País, participou em governos que, ano após ano, contribuíram para o descalabro das contas públicas, determinando esta vinda do “lucrativo” F.M.I..

(continua)

quarta-feira, maio 04, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 5

5. Assim sendo, mais razão tiveram todos quantos subscreveram esta petição, pois apresentaram atempadamente uma solução estável e credível que, decerto, mereceria um consenso partidário generalizado (isto se os partidos dizem prosseguir o superior interesse nacional…) até o termo da actual (entretanto interrompida) Legislatura.

O cidadão Presidente da República, pura e simplesmente, ignorou esta alternativa na sua comunicação ao País, após a reunião do Conselho de Estado, assim desperdiçando milhões de euros com a decisão de eleições antecipadas.

(continua)

terça-feira, maio 03, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 4

4. Se a justificação principal para as ditas eleições era a de “dar a voz ao Povo” (quando os mandatos deveriam ser cumpridos até final; é para isso, afinal, que também pagamos impostos), não se percebe como é que, neste momento, queiram também “condicionar” o voto (útil) popular, alegando a necessidade de um governo de base parlamentar alargada ou estável.

Condicionar o voto do Povo mais não será senão a própria confirmação de que vivemos uma Democracia “condicionada”, que, por exemplo, nem admite que grupos de cidadãos possam concorrer à Assembleia da República do mesmo modo que concorrem às Autarquias Locais.

(continua)

segunda-feira, maio 02, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 3

3. Esta petição será, ainda e novamente, remetida para o endereço de e-mail da Presidência da República (belem@presidencia.pt), com todos os seus subscritores, no dia seguinte ao das eleições legislativas antecipadas, assim como para todos os grupos parlamentares entretanto eleitos.

Convidamos, desde já, todos os aderentes a “relembrar” o Presidente da República, por e-mail, a voz de (no mínimo) 4.000 cidadãos portugueses, com o link da petição, disponibilizado neste blog na mensagem de 30 de Abril.

(continua)

domingo, maio 01, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 2

2. Estamos em vias de cumprir o objectivo médio (4.000 para a sua discussão obrigatória em plenário parlamentar). Esta será a primeira petição na História da Democracia que propõe uma solução de governação de Portugal.

O que deveria envergonhar quem anda na política (directa ou indirectamente), pois é um manifesto sinal de que não cumpriram com o seu dever enquanto mandatários ou representantes do Povo.

(continua)

sábado, abril 30, 2011

Manifesto de Cidadania, parte 1

1. Temos o grato prazer de informar que estão quase reunidas 4.000 assinaturas para que a petição “Por um Governo de Iniciativa Presidencial liderado por Medina Carreira” (publicamente partilhada desde o dia 15 de Outubro de 2010 neste link: http://www.peticaopublica.com/?pi=medinaPM) possa ser, finalmente, apresentada à Assembleia da República e discutida, obrigatoriamente, em plenário, nos termos da legislação aplicável ao direito de petição.
(continua)

sexta-feira, abril 29, 2011

Melhorar Portugal e o F.M.(ent)I.

Não é por acaso que as pessoas em Portugal andem como umas "baratas tontas" e tementes do que possa vir a ser o futuro, individual e colectivo.

Não é por acaso que, mal tomou posse como Conselheiro de Estado, um certo félix, que não é gato, advogava um pedido, de imediato, de ajuda externa; e, semanas mais tarde, o mesmo ente alertava para os cuidados com os excessos da tal receita.

Àqueles que "ousam" dizer coisas diferentes da "verdade oficial" (e que por isso são, desde logo, chamados "loucos" ou "fanáticos" das teorias da conspiração) não será estranha a teoria psicológica desenvolvida durante décadas, financiada pelos Bilderberg, chamada "TEORIA DO ESTADO DE DESEQUILÍBRIO PERPÉTUO" ou permanente.

É assim que querem que nós vivamos, para que não possamos reagir às canalhices que nos impõem: redução dos direitos sociais, a uma justa remuneração pelo trabalho ou serviços prestados e ao "desmantelamento" do Estado soberano e das suas funções essenciais, que justificam, desde logo, o pagamento dos nossos impostos e outros tributos.

Não faz sentido que se peça ajuda externa e se comprem helicópteros para o exército no valor de 500 milhões de euros, como foi noticiado recentemente. Mas fará todo o sentido se o leitor souber que o Ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, foi, em 2007, à reunião anual dos Bilderberg, os tais (financeiros, industriais, magnatas da Comunicação Social e políticos) que conspiram do ponto de vista global contra as soberanias nacionais.

É possível melhorar Portugal. Como?

Para já, obrigando aqueles que, em 10 anos de governação, gastaram cerca de 90 mil milhões de euros a mais do que estava inicialmente orçamentado a reporem tais montantes. Acrescidos dos respectivos juros de mora. É bom ver, a propósito, alguns mini-governantes, ou quase ministros, que agora chamam a atenção para a necessidade de uma boa gestão dos dinheiros públicos (e que aconselhavam o internamento compulsivo daqueles cidadãos que, há mais de um ano, alertaram para este descalabro financeiro; por aqui se vê a apregoada seriedade).

Depois, com o reaver de tais montantes, devolver o empréstimo ao FMI - ou FM(ent)I(e ao seu Director para a Europa, membro também do Clube Bildeberg) com um "bilhete" dizendo: "a porta da rua é a serventia da casa".

Depois, inibir aqueles que tenham tido responsabilidades públicas ligadas às derrapagens orçamentais e às ruinosas parcerias público-privadas de voltarem a exercer cargos públicos. A título exemplar.

Depois, em paralelo, reduzir os encargos do "peso partidário" no funcionalismo público. Não são os funcionários públicos que temos em excesso, mas os "funcionários políticos" que vivem à conta do Estado (= dinheiro dos contribuintes).

Finalmente, ousar alterar um sistema fiscal que "permita" que outros cidadãos portugueses possam contribuir para as receitas fiscais, ao contrário do que acontece actualmente, pois são sempre os mesmos a pagar, ainda por cima cada vez mais.

Aumentando o universo de contribuintes, reduzir-se-ia a carga fiscal individual, das famílias e das empresas (que acrescentam valor à economia, ao invés da Banca que em nada acrescenta valor e que, como recompensa, paga menos impostos), permitindo assim prosseguir um desenvolvimento económico sustentado e justo, com uma maior preocupação na distribuição da riqueza nacional.

Se não se conseguem encontrar pessoas credíveis, então arranje-se uma "Comissão Administrativa" composta por cidadãos de cada Distrito e Regiões Autónomas que, sendo patriotas (e não estejam ao "serviço" dos federalistas ou pós-nacionalistas, para não dizer globalistas), coloquem os interesses colectivos acima dos individuais.

Lá por nos dizerem que "o Povo merece os políticos que tem", isso não é uma "sentença" ou desculpa que nos impeça de melhorar, como Povo, e de exigir melhores gestores públicos e políticos. Apenas um corolário daquela referida teoria do estado de desequilíbrio permanente. Fomentado pela estupidificação dos media e do nosso ensino, e que resulta, em suma, numa inversão de valores, em que predomina a obsessão do TER em relação ao SER.

Vamos Melhorar Portugal.

E se tiver a curiosidade de saber quais os portugueses que participaram nas reuniões anuais dos Bilderberg, pode escrever um e-mail para o cidadaniaproactiva@gmail.com

quinta-feira, abril 28, 2011

Dúvida metodológica...

Se nas empresas privadas são os sócios ou os accionistas quem assumem os respectivos passivos, por que razão quando se trata de Bancos Privados têm de ser os contribuintes portugueses que nem accionistas são?

in, http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=passivos

quarta-feira, abril 27, 2011

Nova petição contra a sanguessuga da Alta Finança agiota

1. Os custos dos passivos dos Bancos e demais instituições financeiras não devem ser pagos pelos cidadãos portugueses, mas sim, E APENAS, pelos respectivos accionistas bancários.

2. Que o dinheiro de ajuda externa (seja da União Europeia seja do FMI) deva ser unicamente utilizado mediante decisão popular, por REFERENDO a respeito das seguintes alternativas:

2.1. Promover o desenvolvimento económico sustentado, criação de emprego e combate ao trabalho precário e mal remunerado.

2.2. Abater a dívida pública.

2.3. Repartir o total por cada contribuinte fiscal singular, sucessivamente delapidado nas suas finanças domésticas por via deste verdadeiro "holocausto fiscal".

A pouca-vergonha da promiscuidade da gestão das contas públicas (favorecendo a Banca) à conta e custa dos contribuintes tem que acabar imediatamente.

Políticos e Governantes: CUMPRA-SE!

segunda-feira, abril 25, 2011

25 de Abril anti-democrático

Não sei se já reparou mas, em 37 anos de Democracia, nenhum cidadão comum conseguiu entrar no Parlamento para dizer, aos seus concidadãos e aos seus (ditos) representantes, o que tem sido, de facto, fora da realidade dos gabinetes do Terreiro do Paço e afins, e respectivas mordomias, a Democracia em Portugal.

Nenhum político pediu desculpa pelos 89,938 mil milhões de euros gastos a mais do que inicialmente orçamentado, entre 2000 e 2009.

E nenhum se dispõe a repor do seu próprio bolso o montante pelo qual foi responsável, ao contrário dos sócios das sociedades por quotas que fazem suprimentos para manterem a viabilidade das suas empresas.

Bonito serviço. E depois recebem medalhas no 10 de Junho. Ou coleiras Kissinger, em Washington...

domingo, abril 24, 2011

Por uma Assembleia Constituinte de Cidadãos e de Contribuintes

Se a Assembleia da República (os directórios partidários que nela mandam por força da inconstitucional disciplina partidária) continuar a não admitir propostas de revisão constitucional apresentadas por cidadãos, de olhar para a mensagem pela mensagem em si e não por conveniências partidárias ou estratégicas, então será tempo de equacionar uma nova Assembleia Constituinte que, de uma vez por todas, moralize a acção política e a gestão pública e empresarial do Estado, criminalizando aqueles que delapidaram as finanças do Estado na razão inversa do seu suspeitado enriquecimento ilícito que o actual Ministério Público não cuida de averiguar.

Os cidadãos estão a organizar-se nos termos desta petição, para a qual cada leitor deste comunicado está, desde já, convidado: http://www.peticaopublica.com/?pi=arcc.

E também os contribuintes que pretendam organizar-se numa forte Associação Nacional de Contribuintes (ANC), de modo a exigir a boa e correcta aplicabilidade dos seus impostos, têm, paralelamente, a oportunidade de se juntar ao movimento que se está a constituir nos termos da seguinte petição: http://www.peticaopublica.com/?pi=ancf.

sábado, abril 23, 2011

Basta de "cheques em branco" à classe política

Muito menos a Cidadania deve passar um “cheque em branco” para que, por exemplo, os Partidos criem (como criaram e reviram por 7 vezes) uma Constituição que impeça os seus próprios cidadãos (depositários originários do Poder face ao qual os Políticos são meros representantes, mas que parece que se portam como se tivessem recebido tal poder por via divina…) de rever ou reescrever tal texto fundamental.

Tal “cheque em branco”, abusivamente preenchido por esta casta política tem impedido, até, que os políticos apresentem e publicitem uma declaração patrimonial antes e depois do exercício dos seus mandatos públicos, tal como proposto nesta petição: http://www.peticaopublica.com/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=201001a

e não uma mera declaração de anual de rendimentos ainda por cima escondida nas “catacumbas” do Tribunal Constitucional...

sexta-feira, abril 22, 2011

Cidadania como pressuposto da acção política, anterior aos desvarios partidários

A cidadania é o alicerce da Política e é numa cidadania organizada que se definem as regras democráticas mediante as quais a actividade política deve desenrolar-se, sem deixar comprometer, como agora verificamos, o futuro de Portugal.

Se as pessoas olham para os Partidos como quem olha para um clube de futebol, então as mesmas deveriam começar a olhar para a sua cidadania individual, e para a colectiva, como quem olha para a selecção nacional. A bem do seu próprio futuro e dos seus descendentes.

quinta-feira, abril 21, 2011

Um País em contra-relógio para o abismo, depois do pântano guterrista

O nosso País está em “contra-relógio” para o abismo e no pressuposto de que a maioria da população, com o devido respeito, não pode continuar a viver iludida em novelas (revistas “cor-de-rosa”, reality’s shows, centros comerciais, play-stations, farmvilles e jogos de futebol e outras formas de alienação cívica) fomentadas por uma classe política que entende não
prestar contas efectivas ao seu Povo e que se encontram “escudadas” numa comunicação social comprometida, a qual, despudoradamente e manipulando a própria informação, censurará muitos movimentos de cidadania e a respectiva liberdade de expressão, como se também, ela própria, tivesse o seu “feudo oficial da verdade” sem admitir, à boa moda estalinista, opiniões divergentes, logo “rotuladas” de radicais.

A omissão de informação (pela maioria da Imprensa) a respeito do exemplo de cidadania islandês é incontornável.

Neste momento foram 1000 as pessoas que, nas 11 petições apresentadas pela Cidadania Pró-Activa em 10 meses, fizeram o favor de deixar o seu contacto de e-mail. Vamos continuar e mostrar que, de forma pacífica mas determinada, poderemos inverter este lamentável rumo.

quarta-feira, abril 20, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

13. Só assim poderá haver um desenvolvimento e crescimento económico sustentado, ecológico, justo e harmonizado com princípios de solidariedade, entreajuda, éticos e humanistas, alicerçados numa educação definida e implementada “a sério”, atentas as especificidades e potencialidades regionais e pessoais, e não mediocrizada como a do actual sistema de ensino público, e com o sector financeiro, finalmente, ao serviço da economia e dos cidadãos e não de modo inverso, tal como agora acontece.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

terça-feira, abril 19, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

12. Se os eleitores votam de 4 em 4 anos, e, como contribuintes, pagam impostos todos os meses, é-lhes, pois, absolutamente legítimo pronunciarem-se a respeito da (má)gestão das contas públicas e, pela positiva, de definirem as regras rigorosas de gestão e responsabilização pública e das respectivas finanças.

Por exemplo, só se devem admitir parcerias público/privadas em que os privados sejam todos os contribuintes singulares e não uns poucos privilegiados que financiam campanhas partidárias a troco de tais benesses.

Os contribuintes têm o direito de exigir e de impor que o Estado não
prescinda de receitas extra-fiscais que permitiriam reduzir significativamente a carga fiscal para as pequenas e médias empresas e para as famílias.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

segunda-feira, abril 18, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

11. Portugal deve ter um sistema de gestão das contas públicas que diferencie a acção política da gestão financeira, esta supra-partidária, inibindo todos aqueles que tenham contribuído para o agravamento do défice público de voltarem a ter o poder de realizar despesas em nome do Estado ou de exercer cargos públicos políticos ou empresariais.

Só assim o nosso País ganha credibilidade, interna e externa, pois a
gestão financeira (de “orçamentos de endividamento zero” e não meramente de “base zero”, como proposto publicamente) deverá ser independente das movimentações políticas conjunturais.

E há que, definitivamente, “estancar a sangria” que esta classe política tem feito ao tecido produtivo português, a partir do momento em que um
“iluminado” (concertado ou não com a “canalha” internacional de selvagens neoliberais, controlada por “psicopatas” que, conspirando contra os Estados soberanos e fazendo uso das suas instituições, dominam os ditos “mercados internacionais”) “decidiu” que Portugal estava condenado a ser um “País de serviços” e a construir auto-estradas, para ter de importar a maior parte daquilo que o proibiram de produzir e deixaram apodrecer, por exemplo, nas laranjeiras do Algarve.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

domingo, abril 17, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

10. 3.ª Frente Cívica:

C. Exigir, atento o mal que têm feito a Portugal e ao próprio Estado, uma legislação punitiva das SOCIEDADES SECRETAS e inibição dos seus membros do exercício de cargos públicos e equiparados, nos termos dos considerandos consignados nesta petição: http://www.peticaopublica.com/?pi=secretas

(continua)

sábado, abril 16, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

10. 2.º Frente Cívica

B) Obrigar a uma auditoria pública independente às contas públicas portuguesas e responsabilização patrimonial pessoal dos respectivos responsáveis, nos termos da seguinte petição: http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=auditori

(continua)

sexta-feira, abril 15, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

10. O Movimento Cidadania Pró-Activa – sem pretender “unanimismos”, ou
protagonismos, tão-pouco posicionar-se como “dono da verdade”, apenas a livre comunicação e apreciação de ideias que possam contribuir para um “Melhor Portugal” e sua apresentação colectiva mediante uma mínima organização de cidadania consciente – está ainda, firmemente, empenhado em desenvolver, com quem continue a identificar-se com a respectiva mensagem de cidadania, pelo menos 3 frentes cívicas:

A) – Convidar todos os cidadãos portugueses a contribuírem para a elaboração de um PROGRAMA DE GOVERNO DA INICIATIVA DOS CIDADÃOS, mediante a apresentação de uma medida concreta, geral ou sectorial, que contribua para o desenvolvimento de Portugal e do seu Povo. O e-mail para o qual poderão ser remetidas tais sugestões é o cidadaniaproactiva@gmail.com

(continua)

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

quinta-feira, abril 14, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

9. É também tempo do Banco de Portugal prestar contas aos portugueses sobre a gestão do ouro, e de explicar porque é que o mesmo não serve, por exemplo, como garantia do financiamento do Estado (para reduzir as taxas de juro) ou, mesmo, para abater a nossa dívida externa, em vez de delapidarem os parcos bolsos da maioria dos contribuintes portugueses. Porque é que ninguém se pronuncia a respeito deste assunto?

Que uso tem sido dado ao ouro português?

A quem verdadeiramente “pertence” o ouro do Banco de Portugal?

Aos portugueses ou a alguns deles? ...


http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

quarta-feira, abril 13, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

8. É perfeitamente possível “limpar”, com rigor, rectidão e bom-senso, o Estado português dos vícios acumulados por esta classe política; assim como é possível promover o desenvolvimento económico, social e cultural do País e do seu Povo.

A classe política portuguesa mostrou-se, nestes 37 anos de suposta Democracia (ou efectiva “partidocracia), totalmente incompetente para promover a melhoria das condições de vida da generalidade do seu Povo que sustenta os seus desmandos,compadrios e mordomias.

Falar do peso do Estado na economia é evitar falar do peso da classe política na estrutura do Estado, que usa e abusa dos meios financeiros deste e, mantendo para si tais mordomias e demais benesses (sem produzir valor acrescentado para o País), ainda tem o descaramento de reduzir, abusivamente, os salários dos funcionários públicos.

Assim se desviam as atenções dos cidadãos, misturando conceitos.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

terça-feira, abril 12, 2011

Petição para acabar com a pouca-vergonha da Alta Finança em Portugal

1. Os custos dos passivos dos Bancos e demais instituições financeiras não devem ser pagos pelos cidadãos portugueses, mas sim, E APENAS, pelos respectivos accionistas bancários.

2. Que o dinheiro de ajuda externa (seja da União Europeia seja do FMI) deva ser unicamente utilizado mediante decisão popular, por REFERENDO a respeito das seguintes alternativas:

2.1. Promover o desenvolvimento económico sustentado, criação de emprego e combate ao trabalho precário e mal remunerado.

2.2. Abater a dívida pública.

2.3. Repartir o total por cada contribuinte fiscal singular, sucessivamente delapidado nas suas finanças domésticas por via deste verdadeiro "holocausto fiscal".

A pouca-vergonha da promiscuidade da gestão das contas públicas (favorecendo a Banca) à conta e custa dos contribuintes tem que acabar imediatamente.

Políticos e Governantes: CUMPRA-SE!

in, http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=passivos

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

7. Se já ultrapassámos as 2.450 assinaturas, com adesões até mesmo posteriores à decisão presidencial comunicada no dia 31 de Março de 2011, em 2 meses iremos reunir, seguramente, as que faltam, de modo a que a Assembleia da República, na próxima legislatura, não possa remeter para uma mera Comissão Parlamentar anónima esta vontade inequívoca dos cidadãos. Se os Partidos dizem seguir “o superior interesse nacional” então, em Plenário, deverão explicar aos portugueses, sem ilusionismos ideológicos, a razão pela qual não acolhem a sugestão popular
consignada em petição.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

segunda-feira, abril 11, 2011

Nova petição contra os sanguessugas financeiros

1. Os custos dos passivos dos Bancos e demais instituições financeiras não devem ser pagos pelos cidadãos portugueses, mas sim, E APENAS, pelos respectivos accionistas bancários.

2. Que o dinheiro de ajuda externa (seja da União Europeia seja do FMI) deva ser unicamente utilizado mediante decisão popular, por REFERENDO a respeito das seguintes alternativas:

2.1. Promover o desenvolvimento económico sustentado, criação de emprego e combate ao trabalho precário e mal remunerado.

2.2. Abater a dívida pública.

2.3. Repartir o total por cada contribuinte fiscal singular, sucessivamente delapidado nas suas finanças domésticas por via deste verdadeiro "holocausto fiscal".

A pouca-vergonha da promiscuidade da gestão das contas públicas (favorecendo a Banca) à conta e custa dos contribuintes tem que acabar imediatamente.

Políticos e Governantes: CUMPRA-SE!

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

6. Por outro lado, atendendo a que as posições partidárias radicalizar-se-ão nos próximos dois meses de campanha eleitoral, admite-se perfeitamente um resultado eleitoral que não conceda a nenhum partido a maioria absoluta (ou estável) para a governação.

Daí que, a confirmar-se tal cenário, a petição “por um Governo de iniciativa presidencial liderado por Medina Carreira”, constante deste link
http://www.peticaopublica.com/?pi=medinaPM, mantenha a sua plena actualidade,exortando-se todos os cidadãos (pelo menos aqueles que colocam os interesses colectivos acima dos individuais, ou corporativos, e estão verdadeiramente preocupados com uma gestão séria e rigorosa das contas públicas) a, divulgando-a, auxiliar a angariar as 4.000 adesões necessárias a que a mesma possa ser, obrigatoriamente, discutida em plenário de Deputados à Assembleia da República, na próxima legislatura, já que, como afirmámos, o Presidente fez “tábua rasa” da
proposta de cidadania subscrita por mais de 2.450 pessoas, número até superior ao daquelas que, (des)orientadas por sms, levaram Jorge Sampaio a “demitir” Santana Lopes, por via da dissolução de uma Assembleia da República que tinha uma maioria parlamentar que suportava o Governo.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

domingo, abril 10, 2011

Nova petição

1. Os custos dos passivos dos Bancos e demais instituições financeiras não devem ser pagos pelos cidadãos portugueses, mas sim, E APENAS, pelos respectivos accionistas bancários.

2. Que o dinheiro de ajuda externa (seja da União Europeia seja do FMI) deva ser unicamente utilizado mediante decisão popular, por REFERENDO a respeito das seguintes alternativas:

2.1. Promover o desenvolvimento económico sustentado, criação de emprego e combate ao trabalho precário e mal remunerado.

2.2. Abater a dívida pública.

2.3. Repartir o total por cada contribuinte fiscal singular, sucessivamente delapidado nas suas finanças domésticas por via deste verdadeiro "holocausto fiscal".

A pouca-vergonha da promiscuidade da gestão das contas públicas (favorecendo a Banca) à conta e custa dos contribuintes tem que acabar imediatamente.

Políticos e Governantes: CUMPRA-SE!

in, http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=passivos

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

5. É, pois, o Presidente politicamente responsável pela despesa total das eleições legislativas antecipadas, lamentando-se que não possa ser pessoal e patrimonialmente responsabilizado por tal acto, por perdas e danos para o erário público e contribuintes portugueses, ressarcindo os portugueses pelo dispêndio de tal montante adicional.

Num País a sério, a responsabilidade política não implica irresponsabilidade na gestão da “coisa” pública. E a ausência de funções governativas não o impede de tomar decisões, censuráveis, com reflexos em aumento da despesa dos já “esventrados” cofres do Estado, como é o caso destas eleições legislativas precipitadas.

Sendo que o exemplo deveria “vir de cima”.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

sábado, abril 09, 2011

Nova petição

1. Os custos dos passivos dos Bancos e demais instituições financeiras não devem ser pagos pelos cidadãos portugueses, mas sim, E APENAS, pelos respectivos accionistas bancários.

2. Que o dinheiro de ajuda externa (seja da União Europeia seja do FMI) deva ser unicamente utilizado mediante decisão popular, por REFERENDO a respeito das seguintes alternativas:

2.1. Promover o desenvolvimento económico sustentado, criação de emprego e combate ao trabalho precário e mal remunerado.

2.2. Abater a dívida pública.

2.3. Repartir o total por cada contribuinte fiscal singular, sucessivamente delapidado nas suas finanças domésticas por via deste verdadeiro "holocausto fiscal".

A pouca-vergonha da promiscuidade da gestão das contas públicas (favorecendo a Banca) à conta e custa dos contribuintes tem que acabar imediatamente.

Políticos e Governantes: CUMPRA-SE!

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

4. Mais têm razão estes milhares de cidadãos quando uma das eminências “pardas” do regime, o Senhor Dr. Almeida Santos, sugeriu um governo de salvação nacional após a realização das eleições. Ora, um governo de iniciativa presidencial daria, já, resposta a tal desígnio sem envolver custos acrescidos para o erário público. E fazer um comunicado ao País sem cuidar de se pronunciar sobre a alternativa apresentada
pelos cidadãos demonstra o, indisfarçável, comprometimento do Presidente da
República perante a situação vigente e revela falta de seriedade política e total ausência de preocupação com as responsabilidades financeiras, para os contribuintes, derivadas da decisão tomada.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

sexta-feira, abril 08, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

3. Se os mandatos são para se cumprir e se um governo eleito por quatro anos se demitiu por sua própria iniciativa, o Presidente tinha o dever patriótico de procurar soluções que não comportassem, para os contribuintes portugueses, um encargo adicional à elevada dívida contraída por esta “casta pia” política.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

quinta-feira, abril 07, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República de marcar eleições legislativas antecipadas

2. O Presidente da República, atempadamente notificado, por várias vezes, para o endereço de e-mail belem@presidencia.pt, desconsiderou a voz daqueles cidadãos que, conscientes, de há muito, do descalabro das contas públicas (que a censura da Comunicação Social comprometida e dependente tem impedido a generalidade dos cidadãos de tomar conhecimento), propunham um governo de iniciativa presidencial,liderado por pessoas idóneas, como, por exemplo, o Prof. Medina Carreira.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=medinaPM

(continua)

quarta-feira, abril 06, 2011

Comunicado Cívico face à decisão do Presidente da República

1. O Presidente da República (cujo regime mais parece uma “relespública”) decidiu mandar gastar cerca de 19 milhões de euros em eleições antecipadas, supostamente para “dar voz ao Povo”. Ora, dar voz ao Povo é mais uma das grandes “farsas” deste regime dito democrático, pois serão os mesmos Partidos (intrinsecamente “viciados” ou condicionados por “infiltrados” que pugnam pelo compadrio em detrimento do mérito e da competência) os mesmos que, em 10 anos, contribuíram para uma derrapagem orçamental de cerca de 90 mil milhões de euros (a que dão o nome de “crise internacional”, mais uma das grandes mentiras repetidas até à exaustão) e se apresentam como melhor posicionados para formar Governo.

(continua)

sexta-feira, março 18, 2011

ASSEMBLEIA RECONSTITUINTE DE CIDADÃOS E CONTRIBUINTES

Está mais que visto que, como alguém escreveu, "as moscas vão mudar mas a merkel continuará a mesma", pois esta classe (casta pia) política é incapaz de se regenerar e de permitir que o cidadão deixe de ser, apenas, ou uma "unidade de consumo" ou um "custo excedentário".

Na Islândia está a suceder uma revolução pacífica que atacou o neo-liberalismo selvagem (se até o governo português socialista actual é adjectivado de neo-liberal pelos russos...) e, por referendo, recusou pagar dívidas aos Bancos que as fomentaram.

E, mais do que isso, elegeram 25 cidadãos para escrever uma nova Constituição que impeça o País de cair novamente na bancarrota.

Dessa ideia (porque será que a Imprensa portuguesa, dita de "referência", não destaca o fenómeno islandês?...) já nos lembrámos antes de propormos a Associação Portuguesa dos Contribuintes Fiscais, que tem uma petição própria.

Uma vez que se avizinha uma mudança de governo no nosso País (mais do mesmo, pois continuarão a ser neo-liberais que atacarão a classe média e destruirão, por exemplo, o Serviço Nacional de Saúde: basta conferir a proposta de revisão constitucional que, a mando dos federalistas mais activos como Paulo Rangel, o líder do PSD mandou apresentar no Parlamento); não se vislumbrando alternativas credíveis e sérias no actual panorama parlamentar que domina o nosso País; e uma vez que não são dados sinais a que pessoas da sociedade civil que coloquem os interesses do País acima dos próprios possam ter a oportunidade de apresentar estratégias que evitem o sucessivo desmantelamento do Estado e a sangria no dinheiro dos contribuintes:

Torna-se premente seguir o modelo islandês e, também em Portugal, fazermos uma nova Assembleia Constituinte de cidadãos que não estão comprometidos com esta situação pantanosa, escandalosa e de bancarrota em que nos encontramos.

Aceitam-se candidaturas dos 18 Distritos, das 2 Regiões Autónomas e de cada Comunidade Portuguesa espalhada pelo Mundo. Depois das inscrições procede-se à votação dos Cidadãos Constituintes representando cada círculo eleitoral.

O local da reunião será definido após as eleições dos candidatos em cada círculo mas será da mais elementar justiça que, tendo um Parlamento sem funcionar durante 3 meses por ano, seja esse o local por excelência da reunião dos cidadãos, afinal, a razão de ser da própria Democracia.

P.S. - É tempo dos militantes de base deixarem de ser o rebanho ordeiro dos líderes e estruturas pois as benesses que possam receber da sua militância são infimamente inferiores àquilo que, como cidadãos, receberiam se houvesse uma gestão honesta e correcta das contas públicas do Estado, ou seja, do dinheiro dos contribuintes. Pois aquilo que o Estado gastou a mais em 10 de anos, em relação ao inicialmente orçamentado (cerca de 90 mil milhões de euros) daria para evitar os sucessivos aumentos de impostos, a redução das pensões e outras prestações sociais, o asfixiamento da economia, enfim, tudo aquilo a que se dá (e fomenta como a grande mentira do regime) o nome de "crise internacional".

On line consta a petição dirigida aos cidadãos e contribuintes portugueses, cujo link é o seguinte: http://www.peticaopublica.com/?pi=ARCC

sábado, março 12, 2011

GESTÃO PÚBLICA DANOSA É CRIME

E aos criminosos que têm desmantelado o Estado e esbanjando o erário público (= dinheiro dos contribuintes): CADEIA!

Por noventa mil milhões de euros de razões (acumulado em 10 anos de governação - Contas de 2000 a 2009)

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

ESTADO PROCURA CONTRIBUINTES PARA RELACIONAMENTO SÉRIO

Resposta para cidadaniaproactiva@gmail.com

(Num qualquer exemplar de hoje do Diário de Notícias da Madeira perto de si...)

Ou então:

http://www.peticaopublica.com/?pi=ancf

e

http://www.ipetitions.com/petition/watworldassociationoftaxpayers

sábado, janeiro 22, 2011

ESTADO PROCURA CONTRIBUINTES PARA RELACIONAMENTO SÉRIO

Resposta para cidadaniaproactiva@gmail.com

(Num qualquer exemplar de hoje do Diário de Notícias da Madeira perto de si...)

Ou então:

http://www.peticaopublica.com/?pi=ancf

e

http://www.ipetitions.com/petition/watworldassociationoftaxpayers

sábado, dezembro 25, 2010

ESTADO PROCURA CONTRIBUINTES PARA RELACIONAMENTO SÉRIO

Resposta para cidadaniaproactiva@gmail.com

(Num qualquer exemplar de hoje do Diário de Notícias da Madeira perto de si...)

Ou então:

http://www.peticaopublica.com/?pi=ancf

e

http://www.ipetitions.com/petition/watworldassociationoftaxpayers

terça-feira, dezembro 14, 2010

A "pandemia" da Ministra da Saúde... ou novo e-mail enviado neste país de engenheiros a conduzir táxis e "postiços" na governação

Cara Ministra (silenciosa) da Saúde,
Bom dia,
Continuo à espera da vossa pronúncia a respeito das questões abaixo.

E, já agora, aproveito para vos "recordar" este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=4DSurp1ynFk&playnext=1&list=PL68B405BC60A28A24&index=39

Afinal, quem a senhora do vídeo era a "louca"?
E como é que a gravidade da omissão de uma Ministra da Saúde portuguesa pode ficar impune na "casa da Democracia" portuguesa? Ou será democracia de papel "cor-de-rosa" como as revistas que nos impingem para a estupidificação do povo?

O Povo português tem o legítimo direito de saber quanto é que esta "brincadeira" da pandemia custou ao erário publico e mais: deve saber por que razão a sua Ministra da Saúde (que jurou cumprir fielmente as funções para que fora nomeada) não mandou os nossos distintos laboratórios analisar as vacinas antes de desperdiçarem os milhões que desperdiçaram e cujo montante ainda desconheço (decerto ignorância minha).

O Povo português e demais contribuintes fiscais são credores de V. Exa. do montante que V. Exa., Senhora Ministra, se recusa a disponibilizar. Com juros de mora à taxa legal devida.

E quando o FMI chegar (instruções recebidas por Teixeira dos Santos e Paulo Rangel da última reunião Bilderberg?), não se preocupe, faremos a devida "cessão" dos nossos créditos.

Em 10 anos há uma derrapagem acumulada face ao inicialmente orçamentado de 89,938 mil milhões de euros. E as senhoras e os senhores, mais tarde ou mais cedo, prestarão essas contas e pagarão o que nos devem. A gestão danosa (provocada ou não pelos globalistas) não ficará impune.
Cabo Verde não é assim tão grande para a vossa (b)arca de noé.
Mero "conselho de estado" (de alma penada e carteira roubada)...

Cordialmente,
Pedro Sousa

P.S. - Num País onde há engenheiros a conduzir táxis e "postiços" na governação (na boa linha das "novas oportunidades"), assim se explicará a ausência de envio deste e-mail para São Bento. Para quê?

segunda-feira, dezembro 13, 2010

"Que crise económica?" - Por James Petras, in http://www.voltairenet.org/article167107.html

Com a devida vénia e graças à imprensa não alinhada, recomenda-se a leitura integral deste artigo de James Petras, Sociólogo da Universidade de Binghamton, em Nova York, do qual saliento o seguinte:

"A partir do primeiro trimestre deste ano, os lucros das empresas dispararam entre vinte a mais de cem por cento (Financial Times, 10/Agosto/2010, p. 7). Na realidade, os lucros das empresas subiram mais do que antes do início da recessão em 2008 (Money Morning, 31/Março/2010). Contrariamente aos bloggers progressistas as taxas dos lucros estão a subir em vez de descer, principalmente entre as maiores empresas (Consensus Economics, 12/Agosto/2010). O acréscimo dos lucros empresariais é consequência directa do agravamento das crises da classe trabalhadora, dos funcionários públicos e privados e das pequenas e médias empresas.

No início da recessão, o grande capital eliminou milhões de postos de trabalho (um em cada quatro americanos ficou desempregado em 2010), conseguiu recuos dos patrões dos sindicatos, beneficiou de isenções de impostos, de subsídios e de empréstimos praticamente sem juros dos governos locais, estaduais e federal.

Quando a recessão bateu no fundo temporariamente, os grandes negócios duplicaram a produção com a restante mão-de-obra, intensificando a exploração (maior produção por trabalhador) e reduziram os custos passando para a classe trabalhadora uma fatia muito maior dos encargos com os seguros de saúde e com os benefícios de pensões a aquiescência dos responsáveis milionários dos sindicatos. O resultado é que, embora as receitas tenham diminuído, os lucros subiram e os balancetes melhoraram (Financial Times, 10/Agosto/2010). Paradoxalmente, os directores-gerais utilizaram o pretexto e a retórica das "crises" oriunda dos jornalistas progressistas para impedir os trabalhadores de exigirem uma fatia maior dos lucros florescentes, ajudados pela reserva cada vez maior de trabalhadores desempregados e sub-empregados como possíveis "substitutos" (amarelos) no caso de acções de protesto."

Leia o resto do artigo e recomende a todas as pessoas por quem tenha um mínimo de consideração pessoal: http://www.voltairenet.org/article167107.html

domingo, dezembro 12, 2010

WAT - WORLD ASSOCIATION OF TAXPAYERS

Petition's text in english version at the following link:
http://www.ipetitions.com/petition/watworldassociationoftaxpayers/

Governments are increasingly imposing sacrifices on its people.

Governments do not implement policies that promote the economy and employment.

Governments are subject to international financial lobbies, the "famous" markets.

Governments are preparing to raise taxes, directly or indirectly, to strangle its people.

The governments waste taxpayers' money and yield many recipes of its budget to some individuals.

Taxpayers are not adequately represented in the supervisory management of public funds.

Taxpayers are the main financiers of the States and should be considered its main creditors, not the anti-democratic markets.

Taxpayers, taken separately, do not pursue policies the same tax evasion or tax avoidance. Even create foundations to hide profits from his business.

If you identify with this statement, adhere to the draft constitution of the World Association of Taxpayers (WAT), so that their voice no longer be isolated before the great economic and financial interests worldwide.

Democracy is under threat around the world. And if the threat is global, then the union of the taxpayer must be equally global. For balance and well-being returning to the daily lives of people.

Democracy is not only vote of 4 in 4 years. Democracy requires an active and ongoing citizenship.

Be part of this movement and to disclose it by relatives, friends and acquaintances.

Promote this petition and send your own e-mail to wat.worldtaxpayers @ gmail.com

No time to lose. Globalisation should lead to the humanization and solidarity.

sábado, dezembro 11, 2010

WAT - Associação Mundial dos Contribuintes Fiscais, in: http://www.ipetitions.com/petition/watworldassociationoftaxpayers/

Texto da petição mencionada em epígrafe:

Os Governos estão a impor cada vez mais sacrifícios à sua população.

Os Governos não implementam políticas que promovam a economia e o emprego.

Os Governos estão subordinados a lobbys financeiros internacionais, os "famosos" mercados.

Os Governos preparam-se para aumentar impostos, directa ou indirectamente, de modo a estrangular os seus povos.

Os Governos desperdiçam o dinheiro dos contribuintes e cedem muitas receitas do seu orçamento a algumas pessoas individuais.

Os contribuintes não estão devidamente representados na fiscalização à gestão dos dinheiros públicos.

Os contribuintes são os principais financiadores dos Estados, pelo que devem ser considerados os seus principais credores, não os anti-democratas mercados.

Os contribuintes, individualmente considerados, não prosseguem políticas the evasão fiscal ou mesmo de elisão fiscal. Nem mesmo criam fundações para esconder os lucros da sua actividade económica.

Se se identifica com esta declaração de princípios, adira ao projecto de constituição da Associação Mundial dos Contribuintes (WAT), para que a sua voz não mais fique isolada perante os grandes interesses económicos e financeiros mundiais.

A Democracia está ameaçada à volta do Mundo. E se a ameaça é global, então a união dos contribuintes deve ser, igualmente, mundial. Para que o equilíbrio e o bem-estar regressem à vida quotidiana dos povos.

Democracia não é apenas votar de 4 em 4 anos. Democracia implica uma cidadania activa e permanente.

Faça parte deste movimento e divulgue-o pelos seus familiares, amigos e conhecidos.

Divulgue esta petição e envie o seu próprio endereço de e-mail para wat.worldtaxpayers@gmail.com

Não há tempo a perder. A globalização deve de implicar a humanização e a solidariedade.

sexta-feira, dezembro 10, 2010

"A [democracia] oligarquia"

Com a devida vénia,
In, http://www.leaopelado.org/estado.htm

Mais uma vez constatamos – pois, que a maioria dos males, para não dizermos todos, o que seria talvez verdade – nos advêm duma oligarquia política em que os seus membros se comportam como perfeitos parasitas e sanguessugas. Uma oligarquia que a tudo se quer sobrepor, tudo quer dominar a começar pelos melhores empregos do país, arrogante que não admite observações nem justas menções ao seu comportamento troglodita e malévolo; cujas consequências estão à vista de todos, dentro e fora do país; cujo comportamento não pode deixar de influenciar uma população submetida a uma matracagem político-publicitária e extremamente ludibriante, em que os políticos têm sempre razão e desculpas para todo o género de acções, com frequente reconhecimento pelos tribunais. Que outras consequências seriam de esperar de tal cenário – formado pelos muitos outros comportamentos e acções neste texto descritas, porém longe de serem completas – senão que a população, ainda que sofredora destes abusos, siga pelo menos grande parte dos exemplos que lhe vêm de cima. Como em todas as circunstâncias são os chefes os primeiros responsáveis, também aqui sem a mínima dúvida se pode afirmar outro tanto. São eles os responsáveis pela má formação de carácter dos portugueses em geral; pela sua mentalidade extremamente atrasada em que estes políticos modelos tanto se têm empenhado em assim moldar; os mais estúpidos e ignorantes da U.E. em consequência da instrução e educação que os políticos lhes têm proporcionado. Em suma, as facções oligárquicas produziram um povo que é a escória da Europa.

Por Portugal ser presentemente um povo de ignorantes vaidosos, cujo orgulho despropositado e injustificado só se pode basear num atraso profundo, ignorância e estupidez, é-se fácil presa de qualquer um disfarçado em capuchinho vermelho, como políticos gananciosos. As oligarquias políticas alcançaram amplamente aquilo que almejavam: dominar a população com uma grilheta mental, a fim de lhe poderem extorquir tudo o que os seus egos mesquinhos lhes pediam. E conseguiram-no com êxito!

quinta-feira, dezembro 09, 2010

Alguém escreveu no Expresso...

Tudo o que venha do Semanário Expresso deve merecer redobradas cautelas de análise, tal como tudo o que venha do Financial Times, New York Times, The Economist, Washington Post. Se quiser saber porquê pergunte-me.

No mês passado, foi publicado um artigo de opinião nesse Semanário "balsâmico" (o bâlsamo para iludir os espíritos...) que, independentemente da intenção de contribuir para o "Estado de Desequilíbrio Permanente", afirma o seguinte:

“Houve um tempo em que gente corajosa se juntava para lutar por uma vida melhor e combater quem os queria na miséria. E ainda há muitos que não desistiram. Mas a televisão conseguiu de uma forma extraordinariamente eficaz o que os séculos de repressão (1) nem sonharam: pôr a maioria a entreter-se com a sua própria desgraça. E o canal ainda ganha uns cobres com isso. Diz-se que esta caixa mudou (2) o Mundo. Sim: consegue pôr tudo a render. Até as consequências da maior crise em muitas décadas.”

Notas nossas:

1 - globalização
2 - adormeceu o Mundo

Perceba, agora, porque não tenho televisão em casa.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Quando Sócrates leu o "PEC-YOU!" no FaceBook

Mensagem no mural do Primeiro-Ministro:

Atendendo ao descalabro da gestão das contas públicas, fazia um favor a todos se pagasse o que deve aos portugueses e que resulta naquilo que foi gasto a mais do que estava inicialmente orçamentado, desde 2005.

Pagando essa dívida a Portugal (aceitamos fatos Armani) não haveria PEC's, Pactos para Enganar Cidadãos.

Se for preciso dizer em inglês (técnico): PEC-YOU!

terça-feira, dezembro 07, 2010

"Um País que vive num bairro de lata com um submarino à porta"

Oxalá esta tivesse partido daqui.

Faz lembrar aqueles "brasileiros de esquerda que têm os olhos postos em Cuba e um apartamento em Paris".

Já se entenderam na repartição da proporção de reembolso aos portugueses do dinheiro gasto com esse submarino, caros Ministros da Defesa que sucessivamente ocuparam tal posto/cargo/função/tacho?

Não se esqueçam dos juros de mora...

P.S. - Não gastem dinheiro numa consulta jurídica, pois a taxa de juros de mora civis está publicada em Porcaria, perdão, Portaria no Diário da República...

P.P.S. - Já agora, caro cidadão Santos Silva, qual foi o navio da marinha que, por volta de Setembro, teve de deixar mais cedo a sua missão na Ilha da Madeira alegadamente por falta de verbas?

segunda-feira, dezembro 06, 2010

ARNO GRUEN, "A Loucura da Normalidade", edição Assírio & Alvim

«A literatura e a poesia estão, a meu ver, mais perto da realidade humana que, por exemplo, a investigação psicológica. Essa orienta-se demasiadamente pelo MITO DA "REALIDADE" e pelo mito das estruturas de poder daí decorrentes.

O artista, pelo contrário, conseguiu manter-se ligado às necessidades e motivações humanas. Um escritor escreve, e não em último lugar, PARA SE OPOR COM A SUA FORÇA CRIATIVA À FRAUDE DA "OPINIÃO VIGENTE". Fala uma língua que ainda sabe da globalidade da experiência humana.

A ciência, pelo contrário, como Michael Polanyi observou muito bem, procura «extirpar a perspectiva humana da visão do mundo para nos conduzir ao absurdo» (in, "Personal Knowledge. Towards a Post-Chritical Philosophy. University of Chicago Press: Chicago 1979, p.3).

Por isso acho o testemunho dos escritores, tanto a respeito da unidade como da divisão da percepção, de tão grande importância para as teses deste livro. O seu testemunho fornece EXEMPLOS ELOQUENTES DA LOUCURA QUE SE ESCONDE SOB A MÁSCARA DA SANIDADE E QUE HOJE ESTÁ EMPENHADA EM ENTREGAR A HUMANIDADE CADA VEZ MAIS À AUTODESTRUIÇÃO.

Haverá quem não veja a multiplicidade do comportamento humano como um contínuo. Mas ula tal dissociação apenas é o reflexo da tão comum recusa dos fios que nos unem a todos uns aos outros. Trata-se aqui mais de uma manobra pseudo-lógica que serve para despistar.

A lógica da subdivisão da existência humana em categorias e compartimentos tem o único propósito de alimentar as nossas dúvidas acerca da nossa integralidade e TORNAR-NOS INSEGUROS.

A noss integralidade, pelo contrário, baseia-se no que nos dizem sentimento e coração.»

domingo, dezembro 05, 2010

O governo socialista liberal português, alegadamente visto pelo Pravda

Recebi por e-mail o artigo abaixo, sem ter a oportunidade de confirmar a fonte. Mas isso é irrelevante, pois subscrevo, em sentimento de desolação, cada palavra.

O artigo foi publicado no Jornal russo "Pravda" (em tempos, orgão de comunicação social do regime comunista) e dá que pensar. Ora leiam lá:

«Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal, pelo Governo liberal de José Sócrates. Mais um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria.

E não é por eles serem portugueses. Vá o leitor ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos, e vai descobrir que doze por cento da população é portuguesa, oriunda de um povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão....e à Austrália.

Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA, mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no Partido Social Democrata (PSD) e Partido Socialista (PS), gangorras de má gestão política que têm assolado o país desde anos 80.

O objectivo? Para reduzir o défice. Porquê?

Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?

Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia se deixou sugar, é aquele em que as agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos Estados Unidos da América (onde havia de ser?) virtual e fisicamente, controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da atribuição das notações de crédito.

Com amigos como estes organismos e ainda Bruxelas, quem precisa de inimigos?

Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e apavorada com a Alemanha depois das suas tropas invadiram o seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. A França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para a sua indústria.

E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos pelos motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de que país eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são os Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.

Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata da direita) e PS (Socialista, do centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo esgoto abaixo, destruindo a sua agricultura (agricultores portugueses são pagos para não produzir!!) e a sua indústria (desapareceu!!) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas!!), a troco de quê?

O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza numa base sustentável?

Aníbal Cavaco Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que despejaram biliões de euros através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque é considerado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é!!) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos.

A sua "política de betão" foi bem idealizada mas, como sempre, mal planeada, o resultado de uma inapta, descoordenada e, às vezes inexistente no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo.

Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral.

O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam.

Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou-se em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini, Maserati. Foram organizadas caçadas de javalí em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e Aníbal Silva ficaram a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a participarem.

Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político.

E ele é um dos melhores?

Depois de Aníbal Silva veio o bem-intencionado e humanista, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo excelente diplomata, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando") que criou mais problemas com o seu discurso do que com os que resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha. Resultando em dois mandatos de José Sócrates, um ex-Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado pelos interesses instalados.

Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares (???) de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projetos de educação).

E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes.

O Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os resultados:

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%).

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%).

Concordo com o sacrifício (1%)

Um por cento! Quanto ao aumento dos impostos, a reação imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afetará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) recessão.

Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem os resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar!!

É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de rating, que o Governo de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português.

Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno do Governo de Portugal ao PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado com as suas ideias e propostas.

Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os interesses de Portugal para o ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos.

Esses traidores estão a levar cada vez mais portugueses a questionarem se não deveriam ter sido assimilados há séculos pela Espanha.

Que convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude". Certo, bem longe de Portugal, como todos os que podem estão a fazer. Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico e uma classe política abominável.»

Timothy Bancroft-Hinchey
Pravda.Ru

sábado, dezembro 04, 2010

Da Figueira para Belém, e os destroços de um carro (em revisão) pelo caminho "profissional da política"

Em 1985 "alguém" foi a um congresso fazer a revisão do carro. Em 2010 esse mesmo "carro" passou a mero "amortecedor" da Democracia...

São os "destroços da soberania" ao seu melhor estilo, e a factura (89,934 mil milhões de euros gastos a mais pelos governos em 10 anos face ao inicialmente orçamentado) é paga pela maioria de nós...

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Uma Democracia usada para "euro-formatar" a cabeça das pessoas...

Se a maioria das pessoas andou, mais de 30 anos, a ser "euro-formatada" nas suas cabeças por "pensamentos únicos", ou quase, não se pode esperar que em poucos dias, ou meses, tal postura conformista, ainda que insatisfeita ou entre--ranger-de-dentes, seja mudada.

Aos que anseiam por "sangue" e por revoluções, a única revolução plausível (pelo menos para mim) é a das mentalidades e a de fazer com que as pessoas pensem com as suas próprias cabeças e não "dirigidas" por alguém que se entenda "iluminado" ou "eleito" para pensar por todos.

Quem se aproveite deste mal-estar para, por via truculenta, impor a sua "pax" (ao bom estilo americano ou de Mao-Tse Tung, por exemplo, ou de quem, como JP Morgan, terá sido um dos que financiou a revolução bolchevique de 1918 a troco dos interesses petrolíferos soviéticos - por aqui se vê que o discurso ideológico é uma treta) é tão ou pior do que a corja de "palhaços" que se apoderou desta "tenda de circo" a que dão o nome de Estado e que fala dum orçamento sem conhecer, sequer, todas as suas rubricas.

Acredito (mesmo que seja utopia) que é possível fazer política sem demagogia.
Acredito que é possível as pessoas olharem para as mensagens e não para quem as profere.
Acredito que é possível pensar no bem de todos sem que daí se possam retirar dividendos pessoais.

Pois há pessoas a quem a dignidade, as ideias e os valores são superiores à noção de património, de pertença e de propriedade.
É o que se chama, na sua expressão mais simples, a teoria do desapego.

Acredito que é possível começarmos a falar também na F.I.B. e não apenas no P.I.B..