ESTADO PROCURA CONTRIBUINTES PARA RELACIONAMENTO SÉRIO

http://classificados.dnoticias.pt/VerClassificado.aspx?id=29680

A cidadania e o patriotismo não se exercem apenas de 4 em 4 anos... como estes políticos pretendem...

terça-feira, novembro 30, 2010

E-mail aos Eurodeputados portugueses

de: Cidadania Pro Activa
para: anamaria.gomes@europarl.europa.eu,carlos.coelho@europarl.europa.eu,
diogo.feio@europarl.europa.eu, ilda.figueiredo@europarl.europa.eu, joao.ferreira@europarl.europa.eu, josemanuel.fernandes@europarl.europa.eu, mariadagraca.carvalho@europarl.europa.eu, mariadoceu.patraoneves@europarl.europa.eu, mario.david@europarl.europa.eu,
marisa.matias@europarl.europa.eu, miguel.portas@europarl.europa.eu, nuno.melo@europarl.europa.eu, nuno.teixeira@europarl.europa.eu, paulo.rangel@europarl.europa.eu, regina.bastos@europarl.europa.eu, rui.tavares@europarl.europa.eu
cc: econ-press@europarl.europa.eu

data: 28 de Outubro de 2010
assunto: Fwd: Petições ao PR e recandidato "a Presidente de todos os portugueses"
enviado porgmail.com

Exmos. Senhores Eurodeputados,
Boa tarde.

Enquanto o nosso País não corre o risco de se tornar num "cantão chinês" mais a Ocidente (com a perspectiva da compra de dívida soberana por parte do estado Chinês, cujo modelo de organização foi elogiado pelo capitalista Rockfeller em 1973, no New York Times, e sendo este um dos patrões dos Bilderberg; e a cuja reunião deste ano o nosso representante popular e federalista assumido, Dr. Rangel, ainda não disse o que lá foi fazer, de "braço-dado" com Teixeira dos Santos; sendo que essa "prestação de contas" tem de ser feita ao eleitorado que o elegeu), de acordo com o noticiado esta tarde na Antena 1, vimos por este meio dar-vos conhecimento do e-mail enviado ao actual Presidente da República Portuguesa.

Lamento que V. Exas., por acção ou omissão, pactuem com a desindustrialização do Espaço Europeu (seguindo o bom exemplo americano e com odesemprego que isso acarretou), com o enfraquecimento do poder militar de cada Estado europeu ainda soberano (de modo a fortalecer o exército das Nações Unidas), propósitos estes, entre outros, assumidamente prosseguidos pelos "globalistas (ou "pós-nacionalistas" dos Bilderberg), ou, numa versão soft, federalistas.

Fica ainda à vossa consciência (cívica) dar resposta à questão de saber se, de facto, representam o Povo português ou, na realidade, o P.A.F. - Partido da Alta Finança, cujos "irmãos" (com ou sem avental) têm induzido sucessivas crises internacionais, na lógica da "teoria do desequilíbrio psicológico permanente" (há Institutos psicológicos especializados nesta doutrina, basta averiguar) que, em nome do Povo, importaria mandar averiguar.

Por fim, já que a Assembleia-Geral do Conselho da Europa declarou que a pandemia da gripe A foi uma freuda da Organização Mundial de Saúde, sugere-se que inquiram a Comissão Europeia a respeito da indemnização que esta entidade tem de desembolsar a cada Estado soberano, atentos os milhões gastos em vacinas.

Espero que nenhuma medalha (ou coleira) "Kissinger/Rumsfeld" (eventualmente "manchadas" com o sangue de Adelino Amaro da Costa, Sá Carneiro e de Aldo Moro) vos impeça de inquirir quer a Comissão Europeia quer a OMS nesse sentido.

Cordialmente, e na expectativa de prezadas notícias,
Pedro Sousa

www.cidadaniaproactiva.blogspot.com

segunda-feira, novembro 29, 2010

Quanto Portugal era um carro em revisão em 1985 e passou a mero "amortecedor" em 2010... ou o mais recente e-mail a Cavaco

de: Cidadania Pro Activa
para: belem@presidencia.pt
data: 27 de Outubro de 2010
assunto: Petições ao PR e recandidato "a Presidente de todos os portugueses"

C.C. Imprensa nacional, regional e internacional

Caro Concidadão Aníbal António Cavaco Silva,
Boa tarde.

Na ausência de resposta a anteriores solicitações, via e-mail, atendendo à vossa recandidatura ao cargo de Presidente da República e ao agendamento da próxima reunião do Conselho de Estado, venho juntar em anexo um documento que elucida a nossa "crise internacional" acumulada, nestes últimos 10 anos, com uma "derrapagem" superior a 89 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado.

Saliento que quer a vossa magistratura quer a do vosso antecessor "contribuiram", ainda que simbolicamente, para tal "derrapagem", devendo ser dado o exemplo quanto à respectiva devolução para o erário público. Aproveitando, aliás, o espírito "poupado" de V. Exa. só gastar 50% das verbas (dos contribuintes) a que tem direito, podendo, ainda, fazer, mera sugestão, um "abatimento à tal parcela que pensa utilizar de modo a saldar o crédito dos contribuintes perante as Instituições Gerais do Estado e os seus obesos Ministérios.

Aproveito para peticionar junto de V. Exa. e dos demais Conselheiros de Estado, nos termos constantes dos seguintes links, atentas as razões neles sufragadas:

4.ª Petição: «por um GOVERNO de INICIATIVA PRESIDENCIAL liderado por MEDINA CARREIRA» in: http://www.peticaopublica.com/?pi=medinaPM

5.ª Petição: «Pela DEFESA EFECTIVA DO POVO PORTUGUÊS, mediante a introdução de medidas de REDUÇÃO ADMINISTRATIVA do PREÇO DE PRODUTOS E SERVIÇOS ESSENCIAIS e devolução do dinheiro gasto a mais pelos governantes» in http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3493

Penso que já é tempo de constituirem um Conselho de Cidadania composto por anónimos que se interessam na defesa dos interesses de Portugal e não estão "coniventes" com os espíritos globalistas ou pós-nacionalistas que têm "minado", sucessivamente, o Estado e o Povo Português.

Se os mercados são os credores do Estado, os portugueses são credores da classe política e ainda faltam apurar os juros de mora devidos aos contribuintes portugueses, assim como uma indemnização a título de lucros cessantes (investimentos por realizar) e danos emergentes (desvios ao inicialmente orçamentado e que contribuíu para este vergonhoso ataque aos direitos humanos de quem sustenta e classe política).

Por fim, se V. Exa., nos termos do vosso discurso de ontem, se terá auto-apelidado de "amortecedor" da Democracia (assim se vê a evolução do Citroën da Figueira da Foz, em 1985, para o de mero "amortecedor" em 2010) convirá ser também o prestador de cuidados paliativos para os portugueses mais necessitados e da classe média que está "saturada" com a ausência de perspectivas não só para o País mas também para os seus filhos.

E se é certo que, antigamente, os comerciantes com dívidas cumpriam penas de prisão, talvez fosse boa ideia, na "magistratura de influência" que muitos se gabam de ter, começar-se a pensar nisso para quem faça a gestão dos dinheiros públicos e, activa ou passivamente, admita o endividamento descontrolado do Estado.

Com respeitosos cumprimentos, ainda que madeirenses, e em nome do futuro (que poucos, a não ser os bem instalados, verão),
Pedro Sousa

--
Movimento Nacional de Cidadania supra-partidário
CIDADANIA PRÓ-ACTIVA

domingo, novembro 28, 2010

O Tribunal de Contas e os "cérebros de galinha"...

Para aqueles que, parece que, têm "cérebros de galinha" e vêem a vida à luz da efémera imagem ("rótulos" ou "embrulhos bonitinhos" que, depois de abertos, causam a insatisfação permanente e a inveja) e à luz dos seus próprios interesses - "usando" (ou instrumentalizando) instituições e manipulando pessoas como se delas fossem os seus grandes defensores (ou que falam em "projectos" sem saber o seu verdadeiro significado) - convirá deixar nota do seguinte:

Em todas as Instituições Públicas deste País (ainda soberano) há pessoas dignas, sérias e honradas, as quais formam a "floresta" de quem paga os impostos que sustentam umas árvores "miseráveis" que se servem das mordomias das funções públicas, muitas vezes sem a legitimidade democrática expressa nas urnas: apenas por nomeação política ocupam tais lugares.

Há, pois, que distinguir - para essas "cabecinhas", quiçá e ainda, confusas de princípios, conceitos e valores - a "árvore" da "floresta", do mesmo modo que, como dizia o poeta cantado por Carlos do Carmo, "por morrer uma andorinha não acaba a Primavera", acrescentando nós: nem a Vera, nem a sua prima. Ou seja, não se deve confundir a instituição com as pessoas que nela operam.

O Tribunal de Contas é composto por pessoas credíveis, sérias, honestas e justas e, do ponto de vista objectivo, não merece, repito, não merece que o seu Presidente seja objecto de nomeação política. Independentemente de quem seja o fulano em questão.

O Tribunal de Contas é o produto do conceito constitucional enviezado de interdependência de poderes, quando a Revolução Francesa falava de separação entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judicial. No nosso caso temos um Governo que faz leis (tal como Hitler) e nomeia (ou propõe a nomeação) de Juízes para os Tribunais Constitucional e de Contas. Do ponto de vista dos princípios é uma subversão Democrática, do ponto de vista prático é uma promiscuidade (independentemente das pessoas que ocupem ou que promovam tais nomeações). Sem falar nas nomeações políticas para o Conselho Superior de Magistratura, com eventuais reflexos em recentes processos mediatizados...

Deixando-nos de "ballets", o Tribunal de Contas, objectivamente, tem uma função fundamental num País como o nosso e a sua acção deveria ter maior eficiência e acutilância quando assistimos a um cada vez maior endividamento de Portugal, pagando os contribuintes (os que não fogem ao Fisco nem fomentam a economia paralela) a respectiva factura.

Do ponto de vista subjectivo, temos, infelizmente, um Presidente do Tribunal de Contas chamado Guilherme de Oliveira Martins (que acha que o visto prévio do ECOFIN aos orçamentos nacionais não é nenhuma perda de soberania) que foi Ministro das Finanças de António Guterres (o tal que nos deixou no "caminho para o pântano" para ir "tratar", salvo seja, dos refugiados), que, de acordo com o que foi denunciado num site internacional (que não o conhece de lado nenhum), terá participado numa reunião Bilderberg; e que, enquanto Ministro das Finanças, foi membro de um Governo que, nos anos 2000, 2001 e 2002, excedeu em 41,103 mil milhões de euros em relação ao que estava orçamentado nas respectivas Leis do Orçamento de Estado.

Assim se compreenderá a sua "relutância" em não mandar investigar esta "derrapagem" às contas públicas do Estado português, num acumulado de 89,938 mil milhões de euros.

Há aqui um nítido caso de "conflito de interesses", que justificará que o Tribunal de Contas, aparentemente, prefira condenar autarcas e deixar incólumes Ministros.

Esse conflito de interesses seria motivo bastante para o próprio, ou terceiros, declarar-se impedido de continuar a exercer as respectivas funções, ou seja, demitir-se.

De referir que em 2000, o gabinete ministerial das Finanças, ocupado por este "cavalheiro", ora Presidente do Tribunal de Contas, gastou 383.932,00 (trezentos e oitenta e três mil novecentos e trinta e dois euros) a mais do que estava orçamentado, pelo que, do ponto de vista cívico, não tem qualquer "moral" para falar do que quer que seja, muito menos para ocupar o cargo que ocupa, ou para mandar condenar terceiros. Se não cumpriu, como pode mandar cumprir?

Só assim se compreende que, tendo - alegadamente - ido à reunião Bilderberg de 2001 - convidado por Pinto Balsemão, a "protecção" que lhe será dada pela Revista "Visão", do universo empresarial Impresa, liderado pelo referido Balsemão, na qual dá entrevistas e escreve, como já lemos, artigos de opinião.

Prossseguindo, como dizem que prossegue, o clube Bilderberg propósitos globalistas ou "pós-nacionalistas" (vejam o "discurso" de Paulo Rangel), compreender-se-á, assim, as declarações de d'Oliveira Martins (nomeado politicamente para o Tribunal de Contas) a respeito da não-perda de soberania quando se impõe um "visto prévio" aos Orçamentos dos Estados.

Uma palavra final de solidariedade para os Juízes Conselheiros do Tribunal de Contas e de apelo: compreendendo (daqui da plebe) a vossa eventual e putativa vontade de agir, mas politicamente "amordaçada", faço um apelo análogo ao de um motim num navio, quando o Comandante deixa de merecer, perante a sua tripulação, o cargo que ocupa.

A bem do País. E atento o "conflito de interesses" acima apresentado.

sábado, novembro 27, 2010

Portugueses nas reuniões anuais Bilderberg na primeira década de 2000

Na impossibilidade de vos mostrar o quadro preparado, aqui vai a lista, com duas especificações "técnicas": Pinto Balsemão foi a todas as reuniões;
Durão Barroso foi duas vezes (uma enquanto Primeiro-Ministro português e outra já como Presidente da Comissão europeia).

A fonte desta pesquisa é o http://www.prisionplanet.com/, bastando ir aos arquivos "Bilderberg meetings") e colocar por lá o respectivo ano da reunião.

O Movimento Cidadania Pró-Activa consultou ainda as fontes abaixo indicadas e não garante nem faz quaisquer afirmações a respeito da correcção, precisão, fiabilidade ou veracidade do conteúdo do presente documento. Sob nenhuma circunstância Cidadania Pró-Activa será responsável por eventuais danos resultantes da utilização das informações contidas neste quadro ou do uso que terceiros dele possam fazer. Todos os factos aqui apontados devem ser averiguados e verificados por quem deles queira fazer uso.

Outras fontes consultadas:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Bilderberg_participants,
http://publicintelligence.net/bilderberg/

Assim:

Pinto Balsemão (2000 a 2010)
Teresa Patrício Gouveia (2000)
Guilherme d' Oliveira Martins (2001)
Vasco Graça Moura (2001)
António Borges (Goldman & Sachs) (2002)
Elisa Ferreira (2002)
Durão Barroso (2003) (2005)
Ferro Rodrigues (2003)
Santana Lopes (2004)
José Sócrates (2004)
António Guterres (2005)
Nuno Morais Sarmento (2005)
José Luís Aguiar Branco (2006)
Augusto Santos Silva (2006) - "I'm not your slave!", gritou-lhe Alex Jones às portas do Hotel dessa reunião, no Canadá. Pode ver-se esse vídeo no you tube
Leonor Beleza (2007)
Rui Rio (2008)
António Costa (2008)
Manuela Ferreira Leite (2009)
Manuel Pinho (2009)
Teixeira dos Santos (2010)
Paulo Rangel (2010)

Uma Assembleia da República em condições, em que os Deputados não estivessem ao serviço dos seus líderes partidários mas ao serviço do Povo, sendo certo que é este que os sustenta, a uns e a outros, criaria uma Comissão Parlamentar Extraordinária de Inquérito e convocaria todas estas entidades para dizer ao Povo que, supostamente (mas eu não acredito), representam:

1. O que é que foram lá fazer a essas reuniões?

2. Quem as convidou?

3. Quais os assuntos tratados?

4. Por que razão aceitaram o convite, quando (presume-se) foram tratados assunto respeitantes ao Estado português, ao arrepio dos seus locais próprios, nomeadamente, a Assembleia da República?

5. O que disseram nessas reuniões?

6. O que foi dito de Portugal nessas reuniões?

7. Receberam alguma instrução desse clube?

8. Em que medida a vossa participação determinou, eventualmente, o agravamento das condições de vida dos vossos concidadãos?

9. Que benefícios pessoais, patrimoniais ou políticos terão retirado dessa participação?

10. Como é possível (eticamente) pessoas não eleitas democraticamente aceitarem participar em discussões a respeito dos destinos de Portugal ou de outros Estados soberanos?

11. Não será crime atentar ou conspirar contra a soberania nacional?

Se alguém quiser acrescentar mais questões ao rol...

sexta-feira, novembro 26, 2010

26 de Novembro: Dia da Traição Nacional

Carta aberta a Teixeira dos Santos,

A Assembleia da República, por acção (do rebanho dos deputados do partido Governo) ou omissão (cumplicidade de quem vota em branco, a mando do secretário geral do Partido, da loja maçon universalis, assim se percebe o arco da DemocraC.I.A. em Portugal) declarou, ao final desta manhã, o dia 26 de Novembro como o "Dia da Traição Nacional".

A aprovação do Orçamento de Estado, sem considerar a redução em 10 mil milhões de euros da rubrica 60. "Despesas Excepcionais" que está inscrita no Ministério das Finanças demonstra a falta de seriedade, má-fé, abuso e desrespeito pelo Povo português, dado que tal montante é de valor superior ao que será retirado aos portugueses, em 2011, por via dos cortes nos vencimentos, reduções salariais e aumentos dos impostos directos e indirectos.

Ter um Ministro das Finanças, no Parlamento português, suposta sede da Democracia, a citar o americano Benjamin Franklin, além de ser uma clara referência à maçonaria americana (ao ponto a que vai o despudor, para gáudio do clube anti-democrático "Bilderberg", pois Franklin era maçon, basta conferir: http://www.maconaria.org/fatosh.htm; mais um "bom aluno", o outro, outrora conhecido pelo "adiantado mental", continua no C.F.R. - Council on Foreign Relations?), a mensagem de "poupar nas pequenas despesas para evitar rombos maiores" (ouvido em directo na Antena 1) demonstra uma absoluta FALTA DE SERIEDADE, da parte de quem, em 5 de 10 anos de execução orçamental (contas de 2000 e 2009), contribuíu directa e indirectamente para uma "derrapagem" de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado

Porque em política nada acontece por acaso, assim se vê o "contributo" da maçonaria para o agravamento generalizado das condições de vida dos portugueses.

Dúvidas houvesse, assim se vê o resultado da deslocação deste Ministro das Finanças (de Portugal? Ou de Rockfeller/Kissinger?) à última reunião anual dos Bilderberg, dado que um dos objectivos destes canalhas "illuminati" internacionais (com os seus acólitos antipatriotas lusos) é desmantelar os Estados nacionais soberanos e instaurar o pós-nacionalismo ou globalismo e redução dos direitos, liberdades e garantias individuais.

Assim se vê que não é possível alguém jurar obediência simultânea a duas constituições: a portuguesa e a dos aventais.

Assim se justifica uma exoneração por traição à Pátria portuguesa.

O meu lamento perante mais esta pouca-vergonha e perante a passividade generalizada (o "grande consenso nacional" de que falavam?) de quem diz representar o Povo. Cobardes.

Pedro Sousa

A "crise internacional" em Portugal entre 2000 e 2009

Entre os anos 2000 a 2009 os Ministérios e encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de89,938 mil milhões de euros.

Foram estes os “cavalheiros” dos Governos constitucionais (uns com maior conta, peso e desmedida) que permitiram (ainda que formalmente legitimados em Leis de alteração orçamental, Mas eticamente inibidos, dado que é bom sobre-orçamentar à conta do dinheiro alheio não é? O Povo é que paga, não?) este “descalabro”:


António Guterres
Guilherme d' Oliveira Martins
António José Seguro
Jaime Gama
Rui Pena
Nuno Severiano Teixeira
António Costa
Luís Braga da Cruz
Luís Capoulas dos Santos
José Sócrates
Paulo Pedroso
António Correia de Campos
Júlio Pedrosa
Mariano Gago
Augusto Santos Silva
Elisa Ferreira
Alberto Martins
José Lello
Durão Barroso
Nuno Morais Sarmento
José Luís Arnaud
Martins da Cruz
Teresa Patrício Gouveia
Manuela Ferreira Leite
Paulo Portas
Figueiredo Lopes
Celeste Cardona
Carlos Tavares
Sevinate Pinto
Valente de Oliveira
Carmona Rodrigues
Isaltino Morais
Amílcar Theias
Arlindo Cunha
Bagão Félix
Filipe Pereira
David Justino
Pedro Lynce
M. da Graça Carvalho
Pedro Roseta
Santana Lopes
Henrique Chaves
Rui Gomes da Silva
António Monteiro
Daniel Sanches
José Luís Aguiar Branco
Álvaro Barreto
Carlos da Costa Neves
António Mexia
José Luís Arnaut
Fernando Negrão
Luís Filipe Pereira
M. Carmo Costa Seabra
M. João Bustorff Silva
Luís Nobre Guedes
Pedro Silva Pereira
Jorge Lacão
Freitas do Amaral
Luís Amado
Luís Campos e Cunha
Teixeira dos Santos
Nuno Severiano Teixeira
Rui Pereira
Alberto Costa
Manuel Pinho
Jaime Silva
Mário Lino (Alcochete Jamais)
Francisco Nunes Correia
José Vieira da Silva
Ana Teodoro Jorge
M.ª de Lurdes Rodrigues
Isabel Pires de Lima
Pinto Ribeiro
António Serrano
António Mendonça (Alcochete toujours?)
Dulce Pássaro
Helena André
Isabel Alçada
Gabriela Canavilhas

Agradeça-lhes por terem contribuído para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado, entre 2000 e 2009.
Ou há gestão danosa (e aí deve haver reposição pessoal dos montantes gastos a mais) ou há incompetência (e aqui deve haver indemnização pelos danos causados e lucros cessantes, dado que houve investimentos por realizar).

Já que os contribuintes individualmente considerados nada podem contra estas pessoas “armadas em Estadistas”, pelo menos ou os Tribunais começam a investigar “em condições” ou então as classes profissionais ditas livres (imprensa e advogados) que “se comecem a mexer”, pois é também o futuro dos vossos filhos que está em causa.

Sob pena se ainda sermos tratados como “refugiados” no próprio País.

É que não me apetecia mesmo nada voltar a ter Guterres como Alto-Comissário. Pois o que será um pântano para um refugiado português face a quem o lidera? Não há cápsula chilena que nos valha, decerto.

quinta-feira, novembro 25, 2010

No ano 2009, os Ministérios e encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 1,881 mil milhões de euros.

Eram os seguintes os “cavalheiros” dos Governos Sócrates, já que houve eleições legislativas nesse ano:

José Sócrates
Mariano Gago
Augusto Santos Silva
Alberto Martins
Pedro Silva Pereira
Jorge Lacão
Luís Amado
Teixeira dos Santos
Nuno Severiano Teixeira
Rui Pereira
Alberto Costa
Manuel Pinho
Jaime Silva
Mário Lino (Alcochete Jamais)
Francisco Nunes Correia
José Vieira da Silva
Ana Teodoro Jorge
M.ª de Lurdes Rodrigues
Pinto Ribeiro
António Serrano
António Mendonça (Alcochete toujours?)
Dulce Pássaro
Helena André
Isabel Alçada
Gabriela Canavilhas

Agradeça-lhes por terem contribuído para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado, entre 2000 e 2009.

quarta-feira, novembro 24, 2010

A "crise internacional" em Portugal, no ano de 2008

No ano 2008, os Ministérios e Encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 11,732 mil milhões de euros.

Eram os seguintes os “cavalheiros” do Governo:

José Sócrates
Mariano Gago
Augusto Santos Silva
Pedro Silva Pereira
Luís Amado
Teixeira dos Santos
Nuno Severiano Teixeira
Rui Pereira
Alberto Costa
Manuel Pinho
Jaime Silva
Mário Lino (Alcochete Jamais)
Francisco Nunes Correia
José Vieira da Silva
Ana Teodoro Jorge
M.ª de Lurdes Rodrigues
Isabel Pires de Lima, substituída por Pinto Ribeiro

Agradeça-lhes por terem contribuído para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado, entre 2000 e 2009.

ESTADO PROCURA CONTRIBUINTES PARA RELACIONAMENTO SÉRIO

Resposta para cidadaniaproactiva@gmail.com

(Num qualquer exemplar de hoje do Diário de Notícias da Madeira perto de si...)

Ou então:

http://www.peticaopublica.com/?pi=ancf

e

http://www.ipetitions.com/petition/watworldassociationoftaxpayers

terça-feira, novembro 23, 2010

A "crise internacional" em Portugal, em 2007 - a maior "derrapagem da década"

No ano 2007, os Ministérios e encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 36,195 mil milhões de euros, ou seja, cerca de 6 vezes mais do que no ano anterior. Aqui tem as “novas oportunidades” e sendo esta a maior "derrapagem" da década.

O algodão (numérico) não engana...

Eram os seguintes os “cavalheiros” do Governo:

José Sócrates
António Correia de Campos
Mariano Gago
Augusto Santos Silva
Pedro Silva Pereira
Luís Amado
Teixeira dos Santos
Nuno Severiano Teixeira
Rui Pereira
Alberto Costa
Manuel Pinho
Jaime Silva
Mário Lino (Alcochete Jamais)
Francisco Nunes Correia
José Vieira da Silva
M.ª de Lurdes Rodrigues (o prémio pelos "bons serviços" foi a Fundação Luso-americana?... se faz ao alegado "braço diplomático" da CIA aquilo que fez à Educação em Portugal então estaremos descansados...)
Isabel Pires de Lima

Agradeça-lhes por terem contribuído, significativamente, para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado, entre 2000 e 2009, correspondendo o ano de 2007 a cerca de 40% desse "desvio".

Podem ter feito as alterações à lei que quisessem, mas há uma coisa que um contribuinte médio que pouco ou nada perceba de finanças, apenas das suas finanças domésticas: quem gasta mais do que inicialmente orçamentou, ou é prudente e não gasta ou então pratica "gestão danosa". Se o dinheiro é próprio, sofre para si com as consequências, se o dinheiro é dos outros como é que será, ou como é que deveria ser?

Onde para o Tribunal de Contas?
Onde param os Magistrados do Ministério Público?
Onde para a vergonha na cara?

segunda-feira, novembro 22, 2010

A "crise internacional" em Portugal em 2006

No ano 2006, os Ministérios e encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 6,576 mil milhões de euros.

Eram os seguintes os “cavalheiros” do Governo:

António Costa
José Sócrates
António Correia de Campos
Mariano Gago
Pedro Silva Pereira
Luís Amado
Teixeira dos Santos
Nuno Severiano Teixeira
Alberto Costa
Manuel Pinho
Jaime Silva
Mário Lino (Alcochete Jamais)
Francisco Nunes Correia
José Vieira da Silva
M.ª de Lurdes Rodrigues
Isabel Pires de Lima

Agradeça-lhes por terem contribuído para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado, entre 2000 e 2009.

Como este foi o primeiro ano de governação exclusivamente (dita) socialista (se assim é, porque razão vão emissários às reuniões anuais Bilderberg?... - ninguém da Imprensa livre os questiona?) sempre podemos dizer que este foi o primeiro ano das "novas oportunidades"... Amanhã perceberá do que estamos a falar, como diria Octávio Machado.

domingo, novembro 21, 2010

A "crise internacional" em Portugal, no ano de 2005

No ano 2005, os Ministérios e encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 5,032 mil milhões de euros.


- Os "resistente" do "Governo Durão"

Nuno Morais Sarmento
Paulo Portas
Bagão Félix
M. da Graça Carvalho

- Os "Santanistas"

Santana Lopes
Henrique Chaves
Rui Gomes da Silva
António Monteiro
Daniel Sanches
José Luís Aguiar Branco
Álvaro Barreto
Carlos da Costa Neves
António Mexia
José Luís Arnaut
Fernando Negrão
Luís Filipe Pereira
M. Carmo Costa Seabra
M. João Bustorff Silva
Luís Nobre Guedes

- Os "Socratinos" reincidentes do último Governo do "Alto- Refugiado" Guterres

José Sócrates
António Correia de Campos
Mariano Gago
Augusto Santos Silva (a grande "promoção "bilderberg", dado que da Cultura Guterrista passou para os Assuntos Parlamentares e, neste novo mandato, para a Defesa, depois da reunião de 2006 daquele clube milionário em Otava, no Canadá. Mas decerto foi coincidência ou impressão nossa...)
António Costa

- Os "debutantes" "Socratinos":

Pedro Silva Pereira
Freitas do Amaral (um regresso ou a - boa - excepção à regra "debutante")
Luís Amado
Luís Campos e Cunha
Teixeira dos Santos
Alberto Costa
Manuel Pinho
Jaime Silva
Mário Lino (Alcochete Jamais)
Francisco Nunes Correia
José Vieira da Silva
M.ª de Lurdes Rodrigues
Isabel Pires de Lima

Agradeça-lhes por terem contribuído para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado entre 2000 e 2009.

sábado, novembro 20, 2010

A "crise internacional" em Portugal, no ano do euro 2004

No ano 2004, enquanto se gastou dinheiro com Estádios de Futebol e se compravam as bandeirinhas de Portugal fabricadas na China e vendidas com um hino num qualquer hipermercado perto de si, os Ministérios e encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 3,248 mil milhões de euros.

Com a saída (preparada) de Durão Barroso para Bruxelas, em pleno Euro-2004, e dado que é impressionante que no site do Governo não se encontrem as datas nas nomeações e exonerações dos ministros dos anos anteriores, apresentamos os membros dos dois governos PSD/CDS que se encarregaram de "preencher" esse ano em Portugal, até ao "golpe de estado constitucional" orquestrado por Jorge Sampaio, "o optimista":

Durão Barroso
Nuno Morais Sarmento
José Luís Arnaud
Martins da Cruz
Teresa Patrício Gouveia
Manuela Ferreira Leite
Paulo Portas (não foi, no ano anterior, condecorado em Washington pelo Secretário de Defesa norte-amerciana Rumsfeld, o tal que jurava haver armas de destruição maciça no Iraque? O tal que estará ligado a uma multi-nacional farmacêutica que terá pressionado a Organização Mundial de Saúde a declarar a pandemia de gruipe A? E já se sabe o total gasto pela Ministra Ana Jorge na aquisição dessas vacinas?...)
Figueiredo Lopes
Celeste Cardona
Carlos Tavares
Sevinate Pinto
Valente de Oliveira
Carmona Rodrigues
Isaltino Morais
Amílcar Theias
Arlindo Cunha
Bagão Félix
Filipe Pereira
David Justino
Pedro Lynce
M. da Graça Carvalho
Pedro Roseta

Santana Lopes (que havia participado na reunião Bilderberg de 2004, em Stresa, Itália, juntamente com o seu "sucessor" José Sócrates)
Henrique Chaves
Rui Gomes da Silva
António Monteiro
Daniel Sanches
José Luís Aguiar Branco
Álvaro Barreto
Carlos da Costa Neves
António Mexia (o tal que terá ordenado um donativo de 3 milhões de euros para que Manuel Pinho dê um mestrado de 4 horas seguidas, por semana, na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, numa manifestação solidária do "Bloco Central de Interesses" que muitas voltas ao túmulo deve fazer dar´Francisco Sá Carneiro...)
José Luís Arnaut
Fernando Negrão
Luís Filipe Pereira
M. Carmo Costa Seabra
M. João Bustorff Silva
Luís Nobre Guedes

Agradeça-lhes por contribuírem para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado.

sexta-feira, novembro 19, 2010

A "crise internacional" em Portugal, em 2003

No ano 2003, os Ministérios e encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 6,070 mil milhões de euros.

Eram os seguintes os cavalheiros do Governo:

Durão Barroso (com a particularidade de ter estado presente na reunião dos Bilderberg nesse ano, em Versailles, entre 15 e 18 de Maio, juntamente com Ferro Rodrigues)
Nuno Morais Sarmento (que haveria de estar em 2005 na reunião anual dos Bilderberg, na Alemanha, nos dias 5 a 8 de Maio, juntamente com o ex-primeiro-ministro Guterres, em trânsito para os refugiados...)
José Luís Arnaud
Martins da Cruz
Teresa Patrício Gouveia (que havia participado na reunião anual dos Bilderbeg em 2000, de 1 a 3 de Junho, em Bruxelas)
Manuela Ferreira Leite (que haveria de estar numa reunião dos Bilderberg em 2009, com o socialista Manuel Pinho, EDPinho para os "amigos")
Paulo Portas
Figueiredo Lopes
Celeste Cardona
Carlos Tavares
Sevinate Pinto
Valente de Oliveira
Carmona Rodrigues
Isaltino Morais
Amílcar Theias
Arlindo Cunha
Bagão Félix
Filipe Pereira
David Justino
Pedro Lynce
M. da Graça Carvalho
Pedro Roseta

Agradeça-lhes por contribuírem para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado.

quinta-feira, novembro 18, 2010

Não deixa de ser impressionante...

... que na sondagem "à boca da cidadania" (realizada neste blog e que esteve disponível durante 30 dias) ninguém tenha referido que quem manda em Portugal são os órgãos de soberania...

Confira abaixo, na coluna da esquerda.

A "crise internacional" em Portugal em 2002, o ano do pântano e de dois governos

No ano 2002 - que Guterres vislumbrou, qual D. Sebastião, o caminho para o pântano, tendo, mais tarde, "refugiado-se nos refugiados" - os Ministérios e Encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 14,553 mil milhões de euros, ou seja, mais 4 vezes da "derrapagem" do ano anterior.

Este ano, ainda sob a presidência de Jorge Sampaio, o "optimista", teve dois governos, composto pelos seguintes cavalheiros:

Do Governo PS:

António Guterres
Guilherme d' Oliveira Martins (actual Presidente do Tribunal de Contas)
António José Seguro
Jaime Gama (Presidente da Assembleia da República)
Rui Pena
Nuno Severiano Teixeira
António Costa (Presidente da Câmara de Lisboa)
Luís Braga da Cruz
Luís Capoulas dos Santos
José Sócrates (para mal dos nossos "pecados"... foram assim tantos?)
Paulo Pedroso
António Correia de Campos
Júlio Pedrosa
Mariano Gago
Augusto Santos Silva (da Cultura para a Defesa, com uma "reuniãozinha Bilderberg" pelo meio? Para validar os submarinos?)
Elisa Ferreira (alegadamente presente na reunião Bilderberg em 2002, na Virgínia, Estados Unidos)
Alberto Martins
José Lello

Do Governo PSD/CDS:

Durão Barroso
Nuno Morais Sarmento
José Luís Arnaud
Martins da Cruz
Teresa Patrício Gouveia (alegadamente presente na reunião anual Bilderberg, em 2000, em Bruxelas)
Manuela Ferreira Leite
Paulo Portas
Figueiredo Lopes
Celeste Cardona
Carlos Tavares
Sevinate Pinto
Valente de Oliveira
Carmona Rodrigues
Isaltino Morais
Amílcar Theias
Arlindo Cunha
Bagão Félix
Filipe Pereira
David Justino
Pedro Lynce
M. da Graça Carvalho
Pedro Roseta

Agradeça-lhes por terem contribuído (em cerca de 16%) para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado.

quarta-feira, novembro 17, 2010

O FMI, O Governo de salvação nacional, BPN, Goldman & Sachs e outros disparates

[Dedicado a Ana Maria Gomes, no âmbito da articulação inexistente entre o Parlamento Europeu e o Parlamento nacional, talvez porque a respectiva sede efectiva esteja em Oeiras, na base da Nato e a correspondência seja extraviada?]

No seguimento da teoria do "Estado de Desequilíbrio Permanente" que os patrões aristrocatas donos dos mercados internacionais mandaram os seus "instrumentos" políticos executar em Portugal, por via do Clube Bilderberg que financiam, tivemos neste fim-de-semana um Ministro (por acaso antigo professor de economia do meu 9.º ano de escolaridade) a defender um governo de salvação nacional.

A pergunta que se impõe: salvar quem de quem? Salvar os portugueses do seu governo em especial e desta classe (casta pia) política dirigente? Ou salvar os interesses dos mercados?
Como vê, a hipótese de salvar o País (e o seu Povo) nem se coloca neste cenário subjectivo.

Além disso, a sugestão de um governo de salvação nacional é o reconhecimento próprio da incomPECtência para o exercício da acção(?) governativa.

Por outro lado, a avançar-se para um Governo de Salvação Nacional, digno desse nome, o mesmo deveria, no mínimo, inibir quem tenha liderado Governos e Ministérios pelo menos nos últimos 10 anos. 89,938 mil milhões de euros a mais do que estava inicialmente orçamentado deverá ser razão suficiente, não concorda?

Eis a (invertida, tal como muita coisa neste País) "lista de Schindler":

António Guterres (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Guilherme d' Oliveira Martins (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?) - assim se percebe a ausência de fiscalização do Tribunal de Contas ao descalabro dos Ministérios.
António José Seguro
Jaime Gama
Rui Pena
Nuno Severiano Teixeira
António Costa (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Luís Braga da Cruz
Luís Capoulas dos Santos
José Sócrates (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Paulo Pedroso
António Correia de Campos
Júlio Pedrosa
Mariano Gago
Augusto Santos Silva (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Elisa Ferreira (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Alberto Martins
José Lello
Durão Barroso (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Nuno Morais Sarmento (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
José Luís Arnaud
Martins da Cruz
Teresa Patrício Gouveia (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Manuela Ferreira Leite (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Paulo Portas (medalha Rumsfeld/Kissinger pelos "bons serviços")
Figueiredo Lopes
Celeste Cardona
Carlos Tavares
Sevinate Pinto
Valente de Oliveira
Carmona Rodrigues
Isaltino Morais
Amílcar Theias
Arlindo Cunha
Bagão Félix
Filipe Pereira
David Justino
Pedro Lynce
M. da Graça Carvalho
Pedro Roseta
Santana Lopes (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta? Ou também há "convergência de interesses" por omissão?)
Henrique Chaves
Rui Gomes da Silva
António Monteiro
Daniel Sanches
José Luís Aguiar Branco (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Álvaro Barreto
Carlos da Costa Neves
António Mexia
José Luís Arnaut
Fernando Negrão
Luís Filipe Pereira
M. Carmo Costa Seabra
M. João Bustorff Silva
Luís Nobre Guedes
Pedro Silva Pereira
Jorge Lacão
Freitas do Amaral
Luís Amado (próximo convidado dos Bilderberg em 2011? Juntamente com Miguel Relvas, o "ex-Mourinho do Cavaco" Universalis?...)
Luís Campos e Cunha
Teixeira dos Santos (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)
Nuno Severiano Teixeira
Rui Pereira
Alberto Costa
Manuel Pinho (Bilderberg? - ninguém lhe pergunta?)(o tal do donativo EDP...inho para leccionar 4 horas por semana em Nova Iork. Dá muito trabalho)
Jaime Silva
Mário Lino (Alcochete Jamais)
Francisco Nunes Correia
José Vieira da Silva
Ana Teodoro Jorge (a que se esquece de pedir uma indemnização à Organização Mundial de Saúde pela fraude da pandemina de Gripe A que nos custou milhões - sem que ela informe os cidadãos que a questionaram qual o montante. Lindinha, como se diz nesta terra)
M.ª de Lurdes Rodrigues
Isabel Pires de Lima
Pinto Ribeiro
António Serrano
António Mendonça (Alcochete toujours?)
Dulce Pássaro
Helena André
Isabel Alçada
Gabriela Canavilhas

Uma coisa é certa. Se querem tanto o FMI por cá, então Portugal não precisa sequer de Governo e sempre serão uns milhões de patacos que se poupam, para compensar as luxuosas estadias desses técnicos dirigidos, na Europa, por um senhor português "internacionalista" também alegadamente presente à reunião dos Bilderberg (esse grupo anti-democrático que mexe os cordelinhos do Mundo).

Caro senhor António Borges (que era duma agência de notação financeira internacional, a tal "assusta" os mercados internacionais e que, dizem, deu uma elevada notação ao BPN?...), se o vosso problema é o ar que os outros respiram (o tal fantasma do CO2), e como quem está mal que se mude, aproveitem a cimeira da NATO, peçam umas pistolas e brinquem à roleta russa entre vós.

Se o exemplo vem "de cima" (sendo altamente duvidosa a vossa estatura moral, como portugueses comprometidos com os canalhas internacionais), comecem por vós a redução do CO2 pois os patriotas de todos os Países mundiais que não pactuam convosco agradecem.

A "crise internacional" em Portugal, em 2001

No ano 2001, os Ministérios e Encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 3,562 mil milhões de euros, triplicando a derrapagem do ano anterior

Eram os seguintes os "cavalheiros" do Governo, no ano e, que o Presidente era Jorge Sampaio, o "optimista":

António Guterres

Guilherme d' Oliveira Martins (actual Presidente do Tribunal de Contas e alegadamente presente à reunião dos Bilderberg na Suécia, nesse ano)

António José Seguro

Jaime Gama (Presidente da Assembleia da República)

Rui Pena

Nuno Severiano Teixeira

António Costa (Presidente da Câmara de Lisboa)

Luís Braga da Cruz

Luís Capoulas dos Santos

José Sócrates (para mal dos nossos "pecados"... foram assim tantos?)

Paulo Pedroso

António Correia de Campos

Júlio Pedrosa

Mariano Gago

Augusto Santos Silva (da Cultura para a Defesa, com uma "reuniãozinha Bilderberg" pelo meio? Para validar os submarinos?)

Elisa Ferreira

Alberto Martins

José Lello

Agradeça-lhes por terem contribuído para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado.

terça-feira, novembro 16, 2010

Texeira dos Santos só admite alterações pontuais ao Orçamento de Estado...

In,
http://www.publico.pt/Política/ministro-teixeira-dos-santos-ja-so-aceita-mudancas-pontuais_1466143#Comentarios

Na rubrica 60 do Orçamento para o Ministério Finanças há um montante superior a 13 mil milhões de euros para despesas excepcionais. em 2009 (quando foram orçamentados cerca de 23 mil milhões) só gastaram 4 mil milhões, se a memória não me atraiçoa.

Esses senhores andam a enganar o Povo, pois bastaria reduzir a rubrica despesas excepcionais em 10,000 mil milhões e nem sequer se falaria em PEC's ou crises internacionais.

Estão a provocar, cobardemente, o agravamento das condições do Povo. E vão ser punidos por isso, custe o que custar.

A Associação Nacional dos Contribuintes Fiscais (http://www.peticaopublica.com/?pi=ancf) não mais vai permitir estes abusos.

Querem o FMI aqui porquê, se eles estão "concertados" com quem, nos vendeu a Bruxelas e aos mercados?

A "crise internacional" em Portugal, no ano 2000

No ano 2000, os Ministérios e Encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 1,086 mil milhões de euros.

Eram os seguintes os "cavalheiros" do Governo, no ano e, que o Presidente era Jorge Sampaio, o "optimista":

António Guterres

Guilherme d' Oliveira Martins (actual Presidente do Tribunal de Contas)

António José Seguro

Jaime Gama (Presidente da Assembleia da República)

Rui Pena

Nuno Severiano Teixeira

António Costa (Presidente da Câmara de Lisboa)

Luís Braga da Cruz

Luís Capoulas dos Santos

José Sócrates (para mal dos nossos "pecados"... foram assim tantos?)

Paulo Pedroso

António Correia de Campos

Júlio Pedrosa

Mariano Gago

Augusto Santos Silva (da Cultura para a Defesa, com uma "reuniãozinha Bilderberg" pelo meio? Para validar os submarinos?)

Elisa Ferreira

Alberto Martins

José Lello

Agradeça-lhes por terem contribuído para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado.

segunda-feira, novembro 15, 2010

E-mail à agência de notação financeira Moody's - Para uma "crise global" uma dúvida de conheciment oglobal...

E-mail enviado no passado dia 22 de Outubro:

de: Cidadania Pro Activa
para: clientservices@moodys.com, clientservices.asia@moodys.com, clientservices.japan@moodys.com, clientservices.emea@moodys.com

cc: info@sweden.se, ohhdl@dalailama.com, Alemanha , Angola , Argentina , Argélia , Austrália , Brasil , Bulgária , Bélgica , Cabo Verde , Canadá , Chile , China , Chipre , Colômbia , Cuba , Dinamarca , Egipto , Eslováquia ,
Eslovénia , España , Estado do Bhutão , Estónia , Finlândia , França , Grécia , Hungria , Indonésia , Iraque , Irlanda , Israel , Itália , Japão , Letónia , Lituânia ,
Luxemburgo , Marrocos ,
Moçambique , México , Nigéria ,
Noruega , Ordem de Malta ,
Palestina , Panamá ,
Paquistão , Paraguai , Países Baixos ,
Perú , Polónia ,
República Checa , República Federal da Jugoslávia , Roménia , Rússia , Suécia ,
Suíça , Tailândia ,
Timor Lorossae , Tunísia , Ucrânia , United Kingdom , United States of America , Uruguai ,
África do Sul , Áustria , Índia , Portugal
data: 22 de Outubro de 2010
assunto: Information's request

CC. Diplomatic representatives in Lisbon
Also C.C. - Portuguese Press and Human Rights Association

Dear representatives of Moody's rating Agency,
As a portuguese citizen who suffers with your quotations I want to know:

1. Who are (all) of your share-holders.
2. Any of them belong to C.F.R., Trilateral Comission or Bilderberg Group?

Looking forward to have news from you shortly.

Thank you and kind regards,
Pedro Sousa
---
Movimento Nacional de Cidadania supra-partidário
CIDADANIA PRÓ-ACTIVA

Manifestos de Cidadania: http://cidadaniaproactiva.blogspot.com/

1.ª petição à Assembleia da República CONTRA o AUMENTO de IMPOSTOS, pela REDUÇÃO da DESPESA PÚBLICA CORRENTE do ESTADO e pela INTRODUÇÃO de uma "ÉTICA MÍNIMA GARANTIDA" na GESTÃO dos DINHEIROS dos CONTRIBUINTES in:
http://www.peticaopublica.com/?pi=impostos

2.ª petição à Assembleia da República: PELA OBRIGAÇÃO DOS POLÍTICOS APRESENTAREM DECLARAÇÃO PATRIMONIAL ANUAL ALÉM DA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS in:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=201001a

3.ª petição à Assembleia da República: «POR UM SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE TOTALMENTE GRATUITO E UNIVERSAL E CONSEQUENTE ALTERAÇÃO DO ARTIGO 64.º, n.º 2, alínea a) da CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA» in: http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=SNSgratu

4.ª Petição: «por um GOVERNO de INICIATIVA PRESIDENCIAL liderado por MEDINA CARREIRA» in: http://www.peticaopublica.com/?pi=medinaPM

Perfil no Facebook: http://www.facebook.com/home.php?#!/profile.php?id=100001215914134

domingo, novembro 14, 2010

As reformas acumuladas, segundo Manuela Ferreira Leite

Esta Senhora cidadã, Manuela Ferreira Leite, veio este mês ao Funchal, para uma conmferência da JSD, e terá declaradp à Imprensa que se as pessoas trabalham o dobro devem receber sem cortes as suas reformas e, por outro lado, que o continente português parecia viver um tempo de PREC nesta matéria.

Acho que a questão não está devidamente equacionada, pois aquilo que as pessoas estão a reagir é ao conhecimento de pessoas que mal pararam em certos lugares e têm direito a uma reforma como se tivessem descontado a vida inteira para a segurança social.

A injustiça parece residir aqui. Porque trabalhando, por exemplo, 2 anos numa instituição dá direito a receber uma reforma por inteiro, então qual a justiça social subjacente a quem trabalhou a vida inteira, não recebe por inteiro e ainda paga IRS sobre o que recebe?

Sem falar que essa história de trabalhar o dobro está muito mal contada. Só se isso significar "acumular tachos" ou os dias tenham 48 horas... com efeitos retroactivos e não necessitando de visto prévio do Tribunal de Contas.

Convém consultar o mapa de desvios da Conta Geral do Estado em relação ao inicialmente orçamentado na respectiva Lei e aferir, nos anos em que a cidadã Ferreira Leite era Ministro das Finanças e verificar os desvios do seu próprio gabinete...

sábado, novembro 13, 2010

Os 10 projectos de revisão constitucional anunciados pelo SOL, "esquecendo-se" da proposta apresentada por este Movimento

http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=2464

O que não deixa de ser curioso é que todos os jornalistas do SOL receberam a nossa proposta de revisão constitucional, dirigida a todos os grupos parlamentares, e sobre a mesma recaíu o manto do silêncio...

Curioso, em especial, quando cidadãos como nós sustentam, proporcionalmente, a "casta pia política" que essa Comunicação Social dá voz.

sexta-feira, novembro 12, 2010

O incomPECtente...

Quem impõe 3 PEC's aos povo português em geral e aos contribuintes líquidos do Estado em particular e, não satisfeito, já anda a "preparar a cama" para a vinda do FMI só pode ser adjectivado de incomPECtente.

Já agora, numa sugestão ou contributo para a contenção de custos (dado que, se for seguido o exemplo grego, os auditores do FMI ficarão principescamente instalados em Lisboa a receber relatórios semanais das Finanças), sugere-se que a estadia (dormidas e refeições) tenham lugar num quartel do exército, ou, em alternativa, na base da Nato de Oeiras, onde devem "tratar-se" bem.

E, quanto ao nosso Governo, dado que a admissibilidade da vinda do FMI é o reconhecimento mais que expresso da respectiva incomPECtência, não faz sentido continuar a haver titular da pasta das Finanças...

Aliás, este Senhor, que em 10 anos de governação ocupou 50% desse tempo, faz parte do Governo da legislatura anterior que passou a gestão da dívida pública de 11,000 mil milhões de euros (em 2000) para mais de 71,000 mil milhões de euros em 2009.

Estamos à espera de quê para colocar estes cavalheiros... em Bruxelas?

quinta-feira, novembro 11, 2010

Ainda o "buraco" de 323 milhões do Instituto de Gestão Financeira: e-mail aos Ministros

C.C. Imprensa e a cidadãos patriotas

Exmo. Senhor Ministro,
Boa tarde.
Atendendo ao assunto em epígrafe e à notícia abaixo:

"O Ministério da Justiça assume que houve um ‘buraco’ de 323 milhões de euros. A falha foi detectada pelo Tribunal de Contas após um auditoria ao organismo que gere as contas do Ministério da Justiça. O jornal Público noticia esta quarta-feira que, depois de ter passado a pente fino as contas do Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça, relativas a 2008, foram detectadas falhas graves de controlo de gestão financeira e de pessoal, numa gestão que se traduziu em 323 milhões de prejuízos para o Estado. O presidente do Instituto, Luís Menezes, garantiu esta tarde que todos os mecanismos de controlo e vigilância foram reforçados desde Janeiro, altura em que tomou posse. Luís Menezes afirmou que ainda é cedo para dizer quanto vai ganhar o Ministério com a nova estratégia.
in: http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Ministerio-da-Justica-admite-%91buraco%92-de-323-milhoes-de-euros.rtp&headline=46&visual=9&article=390514&tm=8

Gostaria de saber se V. Exa. se responsabiliza pessoal e patrimonialmente pela reposição dos 323 milhões de euros gastos a mais ou se serão apurados os responsáveis e obrigá-los à respectiva devolução?

O que tem a dizer o "globalista" (?) Ministro das Finanças? Que é mais fácil reduzir o défice onerando os contribuintes portugueses do que chamar à responsabilidade os incontinentes orçamentais?

E ainda está por esclarecer a Assembleia da República (sede da Democracia portuguesa, para quem não se recorde e apenas tenha "olhos" para Oeiras, o "braço-armado" oficial da CIA...) o que foi fazer à reunuião dos Bilderberg, de "braço-dado" com Paulo Rangel?

Qualquer dia, na boa linha do anti-democrático ECOFIN, deveria ser implementado um "visto prévio" diário, que vos autorizasse a comparecer nos vossos Ministérios despesistas, atento o quadro em anexo, compilado de acordo com os dados (on-line) ainda não omitidos pela Direcção-Geral do Orçamento.

89,934 mil milhões de euros a mais do que está inicialmente orçamentado, mais do que um "caso de polícia" por indícios de gestão danosa do chamado "arco da DemocraC.I.A.", exigem, no mínimo, a respectiva devolução aos contribuintes que sustentam os vossos ordenados e mordomias.

Na expectativa de prezadas notícias, subscrevo-me cordialmente (no reconhecimento de que apresentar-vos cumprimentos seria um acto de cidadania hipócrita).

Pedro Sousa
Movimento Nacional de Cidadania supra-partidário
CIDADANIA PRÓ-ACTIVA

- Manifestos de Cidadania: http://cidadaniaproactiva.blogspot.com/

(... onde poderá consultar todas as petições on line)

- Perfil no Facebook: http://www.facebook.com/home.php?#!/profile.php?id=100001215914134

O Tribunal de Contas e o seu Presidente escritor...

Se o Tribunal de Contas consegue obrigar os autarcas a devolverem o dinheiro gasto a mais, tem, necessariamente, de aplicar a mesma metodologia aos membros do Governo e demais Instituições Gerais do Estado e empresas públicas que apresentam resultados negativos e, ao mesmo tempo, no caso destas, pagam "bónus", por esse "excelente" desempenho, aos seus gestores.

Ponham o Presidente do Tribunal de Contas a trabalhar, em vez de vermos "entretido" a escrever artigos na "Visão" e a dar entrevistas a iludir os portugueses sobre o facto do visto prévio aos orçamentos nacionais não ser uma perda de soberania.

Ou então demitam esse fulano e coloquem alguém suficientemente isento e honesto.

E se não há legislação para responsabilizar os políticos e gestores públicos, então o que esperam para criar uma?

Ninguém poderá "escudar-se" nos direitos adquiridos quanto a uma eventual ineficácia retroactiva, pois, neste caso de desvio ao inicialmente orçamentado, não há direitos, somente o dever de ter sido um gestor diligente do dinheiro dos outros, os contribuintes (lembram-se quem são?).

Daí que o princípio da retroactividade tenha plena aplicabilidade e deveria começar pelo I Governo Constitucional pós 25 de Abril, liderado pelo Dr. Honoris Causa, por várias vezes, Mário Soares.

Alguém se atreve a chamá-lo à prestação de contas ou fica para o Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente?
Afinal, a primeira vinda do FMI (enquanto cuidava de preparar a sua primeira eleição presidencial) ocorreu no seu mandato de Primeiro-Ministro, em que, dizem, colocou o "socialismo na gaveta", na boa linha, aliás, da "descolonização exemplar".

quarta-feira, novembro 10, 2010

Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça: 323 milhões de euros de derrapagem

Ouvido hoje no noticiário da Antena 1 e pode ser lido neste link:
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Ministerio-da-Justica-admite-%91buraco%92-de-323-milhoes-de-euros.rtp&headline=46&visual=9&article=390514&tm=8

"O Ministério da Justiça assume que houve um ‘buraco’ de 323 milhões de euros. A falha foi detectada pelo Tribunal de Contas após um auditoria ao organismo que gere as contas do Ministério da Justiça. O jornal Público noticia esta quarta-feira que, depois de ter passado a pente fino as contas do Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça, relativas a 2008, foram detectadas falhas graves de controlo de gestão financeira e de pessoal, numa gestão que se traduziu em 323 milhões de prejuízos para o Estado. O presidente do Instituto, Luís Menezes, garantiu esta tarde que todos os mecanismos de controlo e vigilância foram reforçados desde Janeiro, altura em que tomou posse. Luís Menezes afirmou que ainda é cedo para dizer quanto vai ganhar o Ministério com a nova estratégia."

O que é impressionante é que a jornalista não fez a questão básica: QUEM VAI REPOR O DINHEIRO GASTO A MAIS (sem ser os contribuintes, é claro?)?

Será o Ministro da Justiça?

Monarquia ou República? É-me perfeitamente indiferente...

Para mim, Monarquia ou República só têm valor se de facto protegerem todos os seus súbditos ou cidadãos.

É-me pura e simplesmente indiferente.

O mérito intrínseco só se demontrará, pelo menos no meu País que ainda se chama Portugal (até se chamar Poor...tugal com esta má gestão dos dinheiros públicos) quando já não haja um desempregado ou um mendigo que seja.

Até lá, as elites (monárquicas ou republicanas), ditas mais esclarecidas, têm de mostrar o que valem.

Que "comam à vontade", façam as negociatas que entenderem e, até, que se guerreiem entre si; só que não façam o que estão a fazer ao Povo, aquele que, em última análise, vos alimenta desde que Adão foi expulso do paraíso.

Melhores cumprimentos, daqui da plebe que contribui para o vosso sustento, e não se esqueçam de devolver o que gastaram a mais face ao Orçamentado por vós próprios...

P.S. - É que o desenvolvimento intelectual e a posição moral não advém do Estatuto que se tem, mas da (boa) obra que se cria.

P.P.S. - Já o denunciámos a 15 de Outubro, para quem quiser dar-se ao trabalho de verificar mais uma machadada à "soberania" nacional, na proposta de revisão constitucional do PSD (disponível no site da Assembleia da República), que, soubémos ontem, entrou a 16 de Setembro, há uma proposta para um novo número 4 do artigo 8.º (Direito Internacional e da União europeia), que "reza" assim:

"4. As disposições dos tratados que regem a União Europeia e as normas emanadas das suas instituições, nos exercícios das respectivas competências, são aplicadas na ordem interna, NOS TERMOS DEFINIDOS PELO DIREITO DA UNIÃO, com respeito pelos princípios fundamentais da ordem constitucional portuguesa."

Resta saber se esta "maravilha" de obra dos "infiltrados" globalistas no PSD vai continuar a passar em claro...

terça-feira, novembro 09, 2010

O comentário que a Revista Sábado ignorou... ou "censurou"

Sobre o Rei D. Carlos, que passava 4 meses de férias em Cascais, apetece perguntar: e então não chegámos a ter uma Assembleia da República que encerrava de 15 de Junho a 15 de Outubro?

Nem parece da Revista Sábado este "frete republicano"...

segunda-feira, novembro 08, 2010

No seguimento de e-mail a Ana Jorge (Ministra da Saúde)

...Recebemos da Deputada Maria José Nogueira Pinto, a seguinte resposta:

de:cidadao
para:cidadaniaproactiva@gmail.com

data: 8 de Novembro de 2010 14:53
assunto: FW: "Vírus H1N1" - Pedido de informações
enviado por: psd.parlamento.pt


Tomei boa nota das vossas questões e da informação que disponobilizaram que utilizarei no âmbito da Comissão.
Obrigada

Maria José Nogueira Pinto


Recorde-se o texto à Ministra:

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Cidadania Pro Activa
Data: 25 de Outubro de 2010
Assunto: "Vírus H1N1" - Pedido de informações
Para: Ministra da Saúde Ana Jorge gms@ms.gov.pt

Bom dia,
Este Movimento de Cidadania Consciente e Pró-activa agradece que sejam dadas respostas às seguintes questões:

1. Quanto é que custou a Portugal a aquisição das elevadas quantidades de vacinas para combate ao "Vírus H1N1" que a Assembleia do Conselho da Europa concluíu não ter existido nenhuma pandemia?

2. Como vai o Governo português defender os interesses de Portugal junto da Organização Mundial de Saúde?

2.1. Vai exigir uma indemnização pelos prejuízos causados e despesas realizadas?

2.1.1. Com juros de mora?

3. O reembolso desse montante (dinheiro dos contribuintes portugueses) será endossado a esses mesmos contribuintes?

4. Já estão apurados todos os efeitos secundários dessas vacinas?

5. O stock dessas vacinas fará parte do plano anual de vacinação?

5.1. Ou vão vendê-lo a países de África?

Petição ao Parlamento apresentada a 14 de Outubro com uma proposta de revisão constitucional

Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República,

Atentos:

a) a gravidade da situação política portuguesa;

b) o descalabro das contas públicas do Estado português;

c) a ausência de responsabilização pessoal e patrimonial por parte de quem gastou a mais em relação ao inicialmente orçamentado;

d) a incapacidade dos Partidos políticos de se auto-regenerarem e, com isso, pugnarem por uma "Ética Mínima garantida" na gestão da "respública";

e) A "promiscuidade" entre o poder executivo e o poder judicial, consubstanciada na nomeação de pessoas de confiança política para o exercício de cargos judiciais e de fiscalização à própria acção política, como é o caso do Presidente do Tribunal de Contas;

f) A necessidade de se dar prevalência à substância em detrimento da forma;

g) A violação da norma limitativa contida no número 2 do artigo 285.º da Constituição face ao princípio de uma Democracia efectivamente participativa que não se esgota nas urnas de votos;

h) Todos os considerandos da proposta em anexo ao presente requerimento:
Vem o signatário:

1. Requerer a plena admissão da presente proposta de revisão constitucional, em igualdade de circunstâncias com as apresentadas pelos demais Partidos no passado mês de Setembro.

2. Em caso de indeferimento, a divulgação da proposta em anexo por todos os deputados à Assembleia da República, na fundada esperança, e a bem do País, que algum a acolha como sua e, com isso, promova a sua apreciação, discussão e respectiva votação.

Pede e espera deferimento,

P.S. - Quem quiser o pdf. basta solicitar para o cidadaniaproactiva@gmail.com

domingo, novembro 07, 2010

"Estado de Segredos" de Frederico Duarte Carvalho - a não perder - e mais uma machadada à soberania nacional em jeito de post-scriptum

Para quem não acredita em coincidências e queira ter a oportunidade de analisar outra versão "não oficial" da História política de Portugal, pode adquirir o livro via net clicando neste link:

http://www.rcpedicoes.com/ver_Estado-de-Segredos.htm

Talvez assim se perceba:

1. A razão pela qual todos os Partidos ocultaram o "rombo orçamental de 2009";

2. Porque é que a comunicação social portuguesa está infestada de "cadetes" de memória curta;

3. Que, mais do que lutas entre ideologias, estaremos com um grave problema de defesa da soberania nacional face à globalização política que vem agravando, com o artifício da crise internacional, as condições de vida dos povos dos Estados soberanos.

3.1. Só assim se explica que, à mínima oportunidade, "reputados" políticos nacionais integrem cargos internacionais.

3.1.1. Porque não levam consigo os "boys" que andam a delapidar as contas públicas do Estado português?

P.S. - Já, agora, para quem quiser dar-se ao trabalho de verificar mais uma machadada à "soberania" nacional, na proposta de revisão constitucional do PSD (disponível no site da Assembleia da República), que, soubémos ontem, entrou a 16 de Setembro, há uma proposta para um novo número 4 do artigo 8.º (Direito Internacional e da União europeia), que "reza" assim:

"4. As disposições dos tratados que regem a União Europeia e as normas emanadas das suas instituições, nos exercícios das respectivas competências, são aplicadas na ordem interna, NOS TERMOS DEFINIDOS PELO DIREITO DA UNIÃO, com respeito pelos princípios fundamentais da ordem constitucional portuguesa."

Resta saber se esta "maravilha" de obra dos "infiltrados" maçónicos (vejam a segunda pesquisa ao universo da maçonaria feita pela Revista Sábado e depois vejam quem é o secretário-geral "universalis" do partido proponente) e globalistas vai continuar passar em claro...

sábado, novembro 06, 2010

Os TGV's - Tagarelas e Grandes Velhacos

Como aventado em post scriptum numa das mensagens do mês anterior, são todos os que (da sua pretensa seriedade e "sentido" de Estado) preferem cortar nas prestações sociais para satisfazer, entre outros, os lobbies da construção civil europeia.

Com ou sem comissão?...

O financiamento do Estado pelos contribuintes: contributo para a moralização e melhoria da qualidade de vida dos portugueses

Se o Estado tivesse a preocupação com o dinheiro dos contribuintes do mesmo modo que tem com o dinheiro do financiamento internacional da sua dívida soberana, decerto estes PEC's (Pactos para Enganar Cidadãos) jamais teriam existido entre nós.

Porque o Estado não paga juros sobre o dinheiro que nos cobra (abusivamente - sim, gerir mal o dinheiro que recebe de quem contribui constitui, no mínimo, um abuso de direito ou um abuso de poder, digam lá o que disserem, ou chamem a isso "crise internacional").

Assim, faria todo o sentido (pelo menos para quem não olhe esta sugestão so ponto de vista clientelar ou de status quo) que, em casos em que a despesa do Estado exceda o inicialmente orçamentado, tal diferencial seja um crédito para os contribuintes e um débito para quem gastou a mais, acrescido de juros de mora atá à correspondente e efectiva liquidação.

Os contribuintes mandatariam o Tribunal de Contas (desde que o seu presidente não fosse nomeado politicamente, mas por via, por exemplo, de uma legitimidade democrática efectiva e não aparente) para proceder à cobrança coerciva de tais montantes, os quais iriam abater à cobrança anual de impostos respeitante ao exercício imediatamente a seguir àquela.

Aos políticos, submergidos, emergidos e emergentes: PEC-YOU!
(tradução do inglês técnico: "Paga tu!")

sexta-feira, novembro 05, 2010

Um novo número 4 ao Artigo 8.º da Constituição, proposto pelo PSD, ou mais uma machadada à débil (quase defunta) soberania nacional

Para quem quiser dar-se ao trabalho de verificar mais uma machadada à "soberania" nacional, na proposta de revisão constitucional do PSD (disponível no site da Assembleia da República), que, soubémos ontem, entrou a 16 de Setembro, há uma proposta para um novo número 4 do artigo 8.º (Direito Internacional e da União europeia), que "reza" assim:

"4. As disposições dos tratados que regem a União Europeia e as normas emanadas das suas instituições, nos exercícios das respectivas competências, são aplicadas na ordem interna, NOS TERMOS DEFINIDOS PELO DIREITO DA UNIÃO, com respeito pelos princípios fundamentais da ordem constitucional portuguesa."

Resta saber se esta "maravilha" de obra dos "infiltrados" maçónicos (vejam a segunda pesquisa ao universo da maçonaria feita pela Revista Sábado e depois vejam quem é o secretário-geral "universalis" do partido proponente) e globalistas vai continuar passar em claro...

Se estiver interessado em receber a versão integral dessa "obra-prima" a que deram o título UMA CONSTITUIÇÃO PARA O SÉCULO XXI" (mais um caso em que a montanha pariu um... láparo?), não se iniba de me contactar para o cidadaniaproactiva@gmail.com

ESTADO PROCURA CONTRIBUINTES PARA RELACIONAMENTO SÉRIO...

Resposta para cidadaniaproactiva@gmail.com

(Num qualquer exemplar de hoje do Diário de Notícias da Madeira perto de si...)

quinta-feira, novembro 04, 2010

Petição para a REFORMULAÇÃO DO OE 2011

No decurso da gentil disponibilização do Mapa II das Despesas contido na Proposta de Orçamento de Estado para 2011, o Movimento Cidadania Pró-Activa, atentas as injustiças que se vão cometer ao Povo Português e lutando até ao limite contra esta passividade, conformismo, antes que as mesmas se transformem em "gemidos", apresentou e partilha a petição cujo link pode "clicar" já a seguir:

http://www.peticaopublica.com/?pi=OE2011

Vamos ver, por um lado, dado que descobrimos que há um "gato" de 13,000 mil milhões de euros, a título de despesas excepcionais" que pode ser "reutilizado" no sentido de não agravar as condições económicas dos portugueses (em detrimento da "salvação do BPN?...) e de evitar que Portugal tenha em 2011 mais um orçamento deficitário.

Na linha do Orçamento de "endividamento zero" e não apenas de "base zero" como houve alguém muito célere nestes conceitos e que depois voltou para a cartola, após ter prometido não deixar passar orçamentos que implicassem o aumento de impostos.

Podem dizer a esse Senhor que o cidadaniaproactiva@gmail.com tem disponível todo o trabalho (não remunerado) realizado.

Será verdade?

Que os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:

- mais 32% do que os americanos?
- mais 22,5% do que os franceses?
- mais 55 % do que os finlandeses?
- mais 56,5% do que os suecos?

Será verdade?

Será que quando falam em baixa produtividade referem-se a que "classe"? À classe gestora, na tal análise "custo-benefício" que gostam muito de vociferar (quando convém)?

O pior é que estes gestores parecem fazer lembrar os "capatazes" das senzalas tropicais e como dizem que a História se repete...

quarta-feira, novembro 03, 2010

Proposta de revisão constitucional do Movimento Cidadania Pró-Activa remetida à Comissão Parlamentar eventual, a palavra agora para os Senhores Deputados quanto à sua admissibilidade

de: DAC Correio
para: cidadaniaproactiva@gmail.com
cc: Comissão 17ª - CERC XI

data: 3 de Novembro de 2010 12:54
assunto: "Proposta de revisão constitucional"
enviado por: ar.parlamento.pt

Exmo. Senhor,

Informamos que a Petição On-line enviada por V. Exa. à Assembleia da República, foi distribuída para uma decisão sobre a sua admissibilidade à Eventual para a Revisão Constitucional (17.ª) em 03 de Novembro/2010, tendo sido registada com o número 106/XI/2ª, pelo que, para qualquer esclarecimento adicional, deverá V. Exª contactar a referida Comissão (endereço electrónico: Comissao.17A-CERCXI@ar.parlamento.pt).

Com os melhores cumprimentos.
Divisão de Apoio às Comissões


Nota: quem quiser o teor integral da proposta de revisão constitucional pode solicitá-lo para o nosso e-mail. Na petição individual apresentada ao Presidente da Assembleia da República, foram estes os considerandos e respectivo pedido:

Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República,
Atentos:
a) a gravidade da situação política portuguesa;
b) o descalabro das contas públicas do Estado português;
c) a ausência de responsabilização pessoal e patrimonial por parte de quem gastou a mais em relação ao inicialmente orçamentado;
d) a incapacidade dos Partidos políticos de se auto-regenerarem e, com isso, pugnarem por uma "Ética Mínima garantida" na gestão da "respública";
e) A "promiscuidade" entre o poder executivo e o poder judicial, consubstanciada na nomeação de pessoas de confiança política para o exercício de cargos judiciais e de fiscalização à própria acção política, como é o caso do Presidente do Tribunal de Contas;
f) A necessidade de se dar prevalência à substância em detrimento da forma;
g) A violação da norma limitativa contida no número 2 do artigo 285.º da Constituição face ao princípio de uma Democracia efectivamente participativa que não se esgota nas urnas de votos;
h) Todos os considerandos da proposta em anexo ao presente requerimento:

Vem o signatário:
1. Requerer a plena admissão da presente proposta de revisão constitucional, em igualdade de circunstâncias com as apresentadas pelos demais Partidos no passado mês de Setembro.
2. Em caso de indeferimento, a divulgação da proposta em anexo por todos os deputados à Assembleia da República, na fundada esperança, e a bem do País, que algum a acolha como sua e, com isso, promova a sua apreciação, discussão e respectiva votação.
Pede e espera deferimento

PETIÇÃO: PEC 4 "ESPECIAL" AO GOVERNO (ACTUAL E ANTERIORES) E MEDIDAS DE FISCALIZAÇÃO EFECTIVA DA DESPESA PÚBLICA

Se ainda não teve tempo de "clicar" no respectivo link, aqui tem o texto da última petição deste Movimento.

Exmos. Senhores: Presidente da Assembleia da República, grupos parlamentares, Presidente da República, Presidente do Tribunal de Contas, Procurador-Geral da República e Provedor de Justiça

1. Se, como dizem, o Povo é soberano, então a dívida acumulada por TODAS as pessoas que exerceram funções no Estado é, antes de mais, uma dívida (soberana) ao Povo.

2. Em vez de ser o Povo a pagar pela incomPE(C)tência dos seus governantes (caso não seja provada judicialmente eventual premeditação), devem ser estes (e os seus antecessores), por via de um PEC 4 "ESPECIAL", a reembolsar, solidariamente, os portugueses dos montantes gastos a mais, em relação ao inicialmente orçamentado.

3. Em documento anexo está disponível, apenas para o subsector Estado, um quadro que identifica, Ministério a Ministério e Instituição do Estado a Instituição Geral do Estado, onde é que se verificaram as “derrapagens” das despesas face ao inicialmente orçamentado, entre 2000 e 2009, num total de mais de 89,938 mil milhões de euros, assim discriminados:

2000 – 1,086 milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2001 – 3,562 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2002 – 14,553 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2003 – 6,070 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2004 – 3,248 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2005 – 5,032 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2006 – 6,576 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2007 – 36,195 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2008 – 11,732 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

2009 - 1,881 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado na resPECtiva Lei do Orçamento de Estado;

4. Verifica-se, por outro lado, que, em 10 anos de análise às Contas do sub-sector Estado, ficaram por realizar investimentos públicos na ordem dos 4,130 mil milhões de euros. Ou seja, partindo do princípio que este montante se destinava a investimentos que pudessem trazer receitas para o Estado (ou seja, não fossem “abocanhadas” pelas parcerias público-privadas, curiosamente que parece só existirem para tudo aquilo que seja rentável, para os - alguns - privados), há aqui, nitidamente, “lucros cessantes” para Portugal, que não podem deixar de ser contabilizados no âmbito de um PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS POR GESTÃO DANOSA QUE MEMBROS DA CLASSE POLÍTICA COM FUNÇÕES DE GOVERNAÇÃO, E OUTRAS, DEVEM PRESTAR, ou na Assembleia da República, ou em Tribunal.

5. Há violações às Leis do Orçamento de Estado que devem ser sujeitas a inquérito por parte do Ministério Público, atenta a apregoada independência do poder judicial face ao poder político (não obstante os membros de nomeação política “enxertados” em órgãos judiciais...).

6. Assim:

a) Perante o agravamento das condições sociais e económicas dos portugueses, em especial dos mais desfavorecidos, fruto do aumento dos impostos directos e indirectos;

b) Perante os perspectivados cortes salariais e reduções de prestações sociais;

c) Perante a impunidade dos sucessivos governantes em termos de desresponsabilização dos acréscimos de despesa que potenciaram a dívida pública actual;

d) Perante a omissão da Assembleia da República em fiscalizar, de modo eficiente, a acção governativa 8ainda para mais minoritária), no sentido de impedir o acréscimo da dívida pública cuja factura será paga pela generalidade dos portugueses que não praticam elisão fiscal, para não se dizer evasão fiscal;

e) Perante a eventual omissão de fiscalização/responsabilização do Tribunal de Contas aos actos de despesa do Governo, atenta a gravidade da dívida pública portuguesa:

Requer-se/Exige-se:

6.1. A V. Exas., titulares de Órgãos de fiscalização da acção governativa que, de facto, trabalhem e mereçam o respectivo estatuto remuneratório, providenciando pelo reembolso imediato dos acima aludidos "danos emergentes" e "lucros cessantes" dos contribuintes fiscais portugueses;

6.2. Que se condenem todos os membros governos da presente década a devolverem, solidariamente, do seu próprio bolso e por cada ano em que exerceram tais funções, os montantes de despesa gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado (cerca de 89,938 mil milhões de euros) e aquele que deveria ter sido realizado a título de investimentos do plano (4,130 mil milhões de euros), num total estimado de 94,068 mil milhões de euros.

6.2.1. O mesmo se exigindo a todos os responsáveis pelas Instituições Gerais do Estado, identificadas no aludido mapa anexo.

6.3. Que sejam apurados os desvios das Contas do Estado em relação ao inicialmente orçamentado, desde o I Governo Constitucional, dado que não há lugar ao argumento dos "direitos adquiridos" que impeça a retroactividade de tal prestação de contas derivadas do exercício de cargos públicos.

6.4. Que a metodologia ora consignada seja extensiva a todos os institutos públicos e sector empresarial do Estado, ou em sociedades com participação accionista do Estado e onde este tenha sentido a necessidade de prestar suprimentos a resultados negativos.

6.5. Que este PEC 4 "ESPECIAL" seja obrigatoriamente liquidado antes do PEC 3 ser imposto aos portugueses, anulando-se, então, este por haver uma receita fiscal extraordinária como a que ora se propõe que reequilibrará as Contas do Estado, credibilizará o País perante os mercados, fará baixar os juros da dívida soberana, e mostrará que, com "vergonha na cara", Portugal é um País que se sabe governar a si próprio, não precisando de nenhum FMI ou qualquer outro "instrumento" de planeada acção globalista incisiva, prepotente, autoritária e insensível para as populações.

6.6. Que, para cada acto de despesa dos Ministérios, Instituições Gerais do Estado, Institutos Públicos e afins, haja um visto prévio do Tribunal (efectivo e não aparente) de Contas (e não do ECOFIN), não se admitindo alterações à Lei do Orçamento de Estado que impliquem o acréscimo de despesa pública.

6.7. A expressa e forte criminalização da "gestão danosa" resultante da má aplicação do dinheiro dos contribuintes.

Pede e Espera Deferimento,
O signatário
Pedro de França Ferreira Marques de Sousa

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NOTA CÍVICA, extra-petição, aos CIDADÃOS PORTUGUESES CONTRIBUINTES FISCAIS líquidos, em geral, e aos ADVOGADOS INDEPENDENTES em Especial:

Se a grande dificuldade é encontrar-se uma causa que congregue uma união de boas vontades e de patriotismo, então, salvo melhor entendimento, a moralização das contas públicas do Estado deverá ser o tal “denominador-comum”, pois trata-se de uma questão supra-partidária e não ideológica.

O receio da classe política (das centrais sindicais partidarizadas) e da comunicação social que lhe presta “vassalagem” é de que o Povo se organize minimamente para exigir uma boa governação, para que lhes faça sentir o seu desagrado e para que adopte acções eficientes que os leve a moralizar a gestão do dinheiro dos contribuintes, ou seja, do nosso dinheiro.

Quem quiser passar das palavras aos actos (e associar-se a quem está com a “força da razão” e não precisa da “razão da força”) tem, aqui, uma boa oportunidade para entrar em contacto com o cidadaniaproactiva@gmail.com e perceber como e onde é que poderá surgir a referida “união de boas vontades”, de modo a que possa exercer, conscientemente, a opção de aderir, ou não, à mesma.

Não só em nome do Portugal que não serve interesses clientelares e obscuros, mas também, e sobretudo, em nome dos nossos filhos que, por via do que andam a fazer ao nosso País, terão esta “factura da incomPE(C)tência” por liquidar [e caso os responsáveis políticos não se redimam, entretanto, dos danos causados a todos nós, à economia portuguesa, e a quem não vê em Portugal oportunidades suficientes para realizar, legitimamente, os seus sonhos].

O passo cívico é seu. Não há nem espere por líderes, Messias, ou por um novo D. Sebastião ou João das Regras. Reerguer Portugal depende de si e da maioria dos portugueses não comprometida com este "status quo" (e não de quem anda a "vender" "retalhos de soberania" a Bruxelas) que se queiram unir no essencial e se organizar minimamente, por um País digno.

Afinal, se o dinheiro é nosso, porque é que, por um lado, não temos uma palavra a dizer sobre o Orçamento e, por outro, se somos os principais financiadores do Estado, porque é que a nós não pagam juros pelo dinheiro que adiantamos extraordinariamente (ou abusivamente) ou nos compensam monetariamente por incumprimento ou aumento grosseiro da dívida pública?

Se não der tal passo, bem pode continuar neste “muro das lamentações” inconsequente, com a generalidade da classe política (e "jacarés" associados... e bem pagos) a gozar de si e de todos nós, “tresandando” a demagogia até que isto “rebente” de vez. Basta ver quem prometeu não aprovar orçamentos que aumentassem os impostos... ora aí tem o resultado da “promessa” que saíu da "cartola"…

A sua abstenção (ou conformismo) significará, apenas, que "quem cala consente"...

Viva por um Portugal mais justo, equilibrado e sério.

terça-feira, novembro 02, 2010

Que investimentos do Plano? (Rubrica 50. Senhores Deputados...)

Sabendo-se que os objectivos "globalistas" são sociedades desindustrializadas e de crescimento zero, para que a dívida pública aumente e se continue a "sufocar" aqueles que trabalham e que pagam impostos, resta saber se a nossa classe política que vai aprovar o Orçamento de Estado olhou, sequer para a rubrica 50. dos investimento do Plano (ou o célebre Piddac).

É que, a acrescer ao facto de se reduzirem prestações sociais, aumentarem impostos e cortarem nos ordenados (o que é claramente inconstitucional; parece que só há direitos adquiridos para quem rouba...), era importante termos investimentos que (fora das parcerias público-privadas) fomentassem a industrialização do nosso País, de modo a reequilibrarmos a balança comercial, o crescimento económico superior à "mé(r)dia" da União Europeia e, por via disso, a redução do défice e a consequente percentagem da dívida do Estado face ao PIB (também conhecido por Palhaços Internos e Brutos).

Nem uma palavra sobre estes investimentos demonstra CUMPLICIDADE não só para com este governo indigno mas também - e sobretudo - perante a "corja Bilderberg" que entende que são os "iluminados" que decidem os destinos do Mundo.

Se quiser saber quem foram os portugueses que assistiram às reuniões deste grupo anti-democrático (de acordo com os elementos pesquisados na internet) ficará bem elucidado da razão pela qual a Imprensa portuguesa omite tal informação...

Eduardo Moniz, Nicolau Santos e Margarida Marante decerto teriam coisas importantes para nos dizer, assim como todos os membros de Governo, parlamentares e líderes de partidos que lá foram só que, como por cá se diz, "nem tossiram nem mugiram"...

"Imprensa livre" em Portugal (que investigue por conta própria e não como "arma de arremesso" político) só pode ser lapso de acordo ortográfico ou propaganda do "Conselho da Evolução"... para o "pós-nacionalismo".

O que lamento é que 2011 seja mais um ano de oportunidades perdidas para este Poortugal, com um governo sem visão estratégica (senão "agarrado" a Magalhães e, decerto, à imagem de "novas oportunidades" para os seus boys) que mobilize uma população a sofrer cada vez mais o facto de ter tido, nos últimos 10 anos, políticos que gastaram 89,934 mil milhões de euros a mais do que estava inicialmente orçamentado.

O "manto de censura" a respeito deste facto é sintomático e nem o "balofo" Conselho de Estado (a maioria comprometida com este "status quo" - e quantos deles foram às reuniões dos Bilderberg?...) consegue aconselhar um Presidente da República no sentido de demitir estes cavalheiros, de mandar os Tribunais avançarem com processos-crime contra quem praticou gestão danosa, desde o 25 de Abril, e de, vivendo com os duodécimos do orçamento anterior (o tal que evitaria o PEC 3), com um governo de iniciativa presidencial, independente das "garras" dos Bilderberg (aqui a nossa "lista de Schindler" a contrario e à portuguesa, teria um efeito prático imediato...), que endireitasse, de vez, a gestão pública.

Se por menos puseram Santana Lopes a "andar" (o poder dos sms...), manter no poder quem está é "crime" por omissão e um atentado aos direitos humanos do Povo "poortuguês"...

P.S. - A interpolada referência aos "cavalheiros" do clube antidemocrático "Bilderberg", mais do que teimosia pessoal, é um alerta a quem esteja menos atento e ainda pense que são os Órgãos de soberania quem mandam em Portugal...

Evolução da Rubrica 50 (Investimentos do Plano) do Mapa II da Conta Geral do Estado

De acordo com os dados oficiais disponibilizados no próprio site da Direcção-Geral do Orçamento do Ministário das Finanças e da Administração Pública, compilámos, até agora, a seguinte evolução do total de investimentos do plano realizados em cada ano pelo Estado:

2004: 2.311.469.009,32

2005: 2.083.955.413,03

2006: 1.813.443.100,14

2007: 1.675.220.320,33

2008: € 1.215.200.849,33

2009: € 1.654.695.420,69

Como se vê a sucessiva regressão (com uma pequena inversão no ano eleitoral de 2009) permite levantar a seguinte questão:

Presume-se que os investimentos do plano visam beneficiar o País e também é para isso que pagamos os nossos impostos. Ora, se verificamos uma curva anual descendente em termos de investimento, na razão inversa do aumento da carga fiscal, não será legítimo questionar a razão da "engorda" estatal em despesa administrativa corrente (além da nacionalização de dois Bancos, talvez inscrita na rubrica 60 - Despesas excepcionais)

Ou é mais um "equívoco" da nossa parte?

E mais, já que falámos de Bancos; a reprivatização destes será, no mínimo, pelo mesmo valor de aquisição, ou haverá algum eventual "favor clientelar" em "cartilha", perdão, em "carteira"?

segunda-feira, novembro 01, 2010

Ajudar a Ana, saiba como

de:Vera Teixeira
responder a: vera.teixeira@cebi.org.pt

para:cidadaniaproactiva@gmail.com

data: 21 de Outubro de 2010 17:04
assunto: Revista Sabado - "Ana"

A Fundação CEBI – Fundação para o Desenvolvimento Comunitário de Alverca, apoia semanalmente a família da “Ana” na resposta Ajuda Alimentar.
As grandes carências desta família traduzem-se pela falta de alimentos.
Considero que um apoio a esse nível seria muito importante para a família da “Ana”.
Se pretender ajudar mantendo o anonimato podemos articular junto da família, caso pretenda um contacto directo com a mãe podemos facultar-lhe o contacto. E, se lhe for mais fácil, poderá fazer o seu donativo por transferência bancária para o NIB da mãe, 0007 0342 0005 7800 0005 0.
Segue em anexo, um breve resumo da intervenção do Gabinete de Intervenção Social. Pode ainda consultar a página da Fundação CEBI na internet, em http://www.fcebi.org/.
Atentamente, Vera Teixeira.

Evolução da rubrica 7. do Mi(ni)stério das Finanças - gestão da Dívida e da Tesouraria Pública

Para que se perceba um pouco a evolução desta rubrica do Mapa II da Conta Geral do Estado:

2004: € 33.068.461.756,40

2005: € 49.311.587.043,54

2006: € 55.657.034.905,88

2007: € 92.098.336.907,96

2008: € 91.157.448.516,39

2009: € 77.179.122.663,13

Como dizem os ingleses: "to whom it may concern".