ESTADO PROCURA CONTRIBUINTES PARA RELACIONAMENTO SÉRIO

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A cidadania e o patriotismo não se exercem apenas de 4 em 4 anos... como estes políticos pretendem...

terça-feira, novembro 23, 2010

A "crise internacional" em Portugal, em 2007 - a maior "derrapagem da década"

No ano 2007, os Ministérios e encargos Gerais do Estado gastaram a mais do que estava Orçamentado cerca de 36,195 mil milhões de euros, ou seja, cerca de 6 vezes mais do que no ano anterior. Aqui tem as “novas oportunidades” e sendo esta a maior "derrapagem" da década.

O algodão (numérico) não engana...

Eram os seguintes os “cavalheiros” do Governo:

José Sócrates
António Correia de Campos
Mariano Gago
Augusto Santos Silva
Pedro Silva Pereira
Luís Amado
Teixeira dos Santos
Nuno Severiano Teixeira
Rui Pereira
Alberto Costa
Manuel Pinho
Jaime Silva
Mário Lino (Alcochete Jamais)
Francisco Nunes Correia
José Vieira da Silva
M.ª de Lurdes Rodrigues (o prémio pelos "bons serviços" foi a Fundação Luso-americana?... se faz ao alegado "braço diplomático" da CIA aquilo que fez à Educação em Portugal então estaremos descansados...)
Isabel Pires de Lima

Agradeça-lhes por terem contribuído, significativamente, para o acumulado de 89,938 mil milhões de euros face ao inicialmente orçamentado, entre 2000 e 2009, correspondendo o ano de 2007 a cerca de 40% desse "desvio".

Podem ter feito as alterações à lei que quisessem, mas há uma coisa que um contribuinte médio que pouco ou nada perceba de finanças, apenas das suas finanças domésticas: quem gasta mais do que inicialmente orçamentou, ou é prudente e não gasta ou então pratica "gestão danosa". Se o dinheiro é próprio, sofre para si com as consequências, se o dinheiro é dos outros como é que será, ou como é que deveria ser?

Onde para o Tribunal de Contas?
Onde param os Magistrados do Ministério Público?
Onde para a vergonha na cara?

3 comentários:

  1. onde é que param os militares e a polícia de intervenção para defenderem o Povo Português?

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  2. Será que um blog aberto a comentários sem controlo está a contribuir para a Cidadania responsável?
    Sou pré-aderente da ANC e, por isso, defenderei um comportamento de responsabilidade e de ética de todos os aderentes e dos fundadores da ideia. Participar é também actuar com princípios e esses devem ser avaliados e aprovados por todos. Acções individuais são merecedoras do nosso apreço, pela sua coragem, mas quando se pretende criar uma Associação, devemos também ponderar os actos e as acções públicas para não descredibilizar antecipadamente os objectivos.
    A. Barriga

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  3. Boa tarde,
    Para que não haja dúvidas, este é um blog que expressa um pensamento individual e distinto de outros projectos que eu possa prosseguir.
    Em segundo lugar, é um blog aberto, mas com controlo de comentários. Todavia, todos os comentários são publicados sem qualquer crivo ou censura, na estrita medida que a cidadania responsável é praticada por quem comenta, não por quem limita (ou não limita) tais comentários). Para isso já basta a Imprensa condicionada deste País.
    A ANC nada tem a ver com o Movimento (individual) Cidadania Pró-Activa. A única razão da ANC ser divulgada neste blog é porque tal ideia é da minha autoria, por coincidência o autor do blog.
    Defender (genericamente) um comportamento de responsabilidade e de ética dos fundadores da ideia, sem explicitar em que é que o mesmo é ou terá sido irresponsável ou pouco ético, é, precisamente e ao invés, rejeitar a defesa de quem se visa atingir.
    A liberdade de expressão individual não é confundível com a apresentação de um projecto colectivo. Pensar o contrário significa coarctar ou inibir quem queira empreender o que quer que seja.
    Falta de ética, ou de responsabilidade, seria ocultar os pré-aderentes da ANC do conhecimento do pensamento do autor desse projecto, que, assim, pode ser avaliado, analisado, avaliado, discutido e até criticado.
    Os actos a ponderar e as acções públicas serão os da ANC não actos de expressão individual que apenas e só vinculam o seu autor.
    Confundir uma coisa e outra é, no mínimo, arranjar argumentos a priori para descredibilizar propostas de objectivos comuns.
    E será também manifestação da impossibilidade de se distinguir a mensagem da pessoa que a propõe, própria de um País de ovelhas arrebanhadas em função da voz do líder, seja ele quem for.
    Obrigado,
    Pedro Sousa

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